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TRABALHANDO PARA VENCER

TRABALHANDO PARA VENCER

Antes de começar a ler, ouça o que fala sobre o tema o impagável professor e filósofo brasileiro Olavo de Carvalho no vídeo abaixo: ‘O caminho das pedras para a vitória política conservadora’. O vídeo chegou a mim por coincidência, depois que o texto sobre a AmazonBrasilis já estava escrito. Entretanto, encaixa-se perfeitamente naquilo que pretendo dizer, só que por escrito. Não é novidade que pronunciamentos do professor Olavo traduzam perfeitamente aquilo que muitos de nós vemos, sentimos e gostaríamos de dizer.



AmazonBrasilis
 

...É para levar as discussões e o conhecimento produzido no mundo virtual – que já tem vasta bagagem – para o mundo real, promovendo palestras, distribuindo material informativo etc., por todo o país, nas universidades, nos colégios, nas associações e nos clubes, que surge a AmazonBrasilis - uma ONG em processo de criação, que começará a discutir e a expor as questões relativas à Amazônia, partindo, paralelamente e depois, para fazer o mesmo com todas as questões estratégicas nacionais...

O Brasil é nosso – de todos os brasileiros. Não adianta muita coisa ficar apenas sentado escrevendo críticas e denúncias sobre tudo o que há de errado no país, embora também seja uma atitude proativa e extremamente necessária. Mas, há de haver, paralelamente, aqueles que partam para a ação concreta no sentido de fazer com que expectativas e portas sejam abertas para a possibilidade real de construção de um Brasil mais desenvolvido e mais justo, no sentido real dessa palavra: ampla oferta de oportunidades de progresso para todos, indiscriminadamente, e na maior diversidade de frentes possível, numa sociedade que eleja o mérito vocacional como parâmetro para o alcance do sucesso, mesmo quando este for quase que exclusivamente físico, como no caso da prática de alguns esportes, por exemplo.

A relativização de valores e a coletivização da busca por sucesso são falácias que deformam a sociedade, transformando uma imensa maioria de melhores em cada área em medíocres desestimulados, o que acaba por impor subdesenvolvimento a todos, privando-os, principalmente, de possíveis benefícios futuros – inclusive os físicos, como a descoberta de cura de doenças, por exemplo – que adviriam do progresso individual. A competição sadia acaba, inexoravelmente, por beneficiar a todos, cedo ou tarde. A mentalidade de ‘justiça social’ que rege as principais diretrizes governamentais do Executivo, do Legislativo e do Judiciário em nosso país (mas também como fenômeno mundial que aqui tenha chegado como imposição de fora para dentro) tem provocado tragédias individuais e coletivas incomensuráveis. São décadas e mais décadas de engodo que, até agora, vem trazendo subdesenvolvimento, mediocridade, muito mais injustiça do que justiça, corrupção e principalmente abuso do Estado sobre o cidadão que tem que cada vez trabalhar mais e usufruir menos dos frutos de seu trabalho, para sustentar uma classe de dirigentes artificialmente tidos e mantidos como necessários.

O desafio de desconstruir a lógica da chamada ‘justiça social’ é enorme, ainda que haja milhares de exemplos a considerar se analisarmos toda a história da humanidade. Não é fácil remar contra a maré – nesse caso, um tsunami, originado desde a Organização das Nações Unidas. Mas, não é impossível, uma vez que o que se faz para concretizar objetivos não tão louváveis também acaba ficando disponível – ainda que com maior dificuldade – aos que têm objetivos muito melhores para o bem de todos. Acontece assim com a internet, por exemplo, objeto de sonho de controle por aqueles que não têm nenhuma boa intenção por trás de meio tão eficiente quanto necessário para a concretização de seus objetivos nada engrandecedores, escamoteados por discursos falaciosos que falam de justiça social, de igualdade, de coletivismo solidário etc.

É preciso agir. Criar mecanismos para que os que percebem o caminhar errado das coisas consigam ter voz e fazer pressão para mudar o rumo daquilo que vem contradizendo a natureza humana no seu aspecto de individuo sociável, porém não coletivo. A maioria silenciosa, posto que silenciada, precisa agir para garantir não só sua sobrevivência física, mas também a de sua cultura, a de sua forma de encarar a vida etc. Para isso, é preciso ter consciência de que problemas deste tipo não são mais meramente fenômenos localizados e sim mundiais. Sendo assim, é necessário que pessoas do mundo inteiro se unam na luta pelas liberdades individuais.

Em termos individuais, não há melhor exemplo do que o do filósofo e escritor Olavo de Carvalho que tem levado a luta e os problemas brasileiros para o conhecimento de pessoas do mundo inteiro. Um exílio difícil. Na América Latina, a partir do Brasil, temos visto o trabalho individual de Graça Salgueiro, de Heitor de Paola e de Denis Rosenfelds, todos levando informações daqui para o exterior e dos vizinhos para cá. Em dezembro de 2008, delegações de diversos países latino-americanos, estiveram reunidas na cidade de Santa Fé, em Bogotá (Colômbia), para fundar a Unoamérica, uma organização para defender a democracia e a liberdade no continente.

Mas, tem-se provado difícil mobilizar pessoas para a prática do que seria necessário para converter em sucesso concreto o que já o é em termos virtuais e teóricos. Há inúmeros trabalhos de pessoas e de instituições que têm se sacrificado para levar a verdade sobre o que acontece em cada canto do mundo para o conhecimento geral. Os interessados só precisam pesquisar as diversas fontes disponíveis na internet. É informação muito importante que, porém, circula num ambiente virtual fechado, caminhando a passos de cágado para ampliar seu campo de abrangência.

Todos fazendo o melhor que podem. Mas, está mais do que na hora de se traçar uma estratégia de ação que faça do mundo virtual um meio cujos fins não permaneçam dentro de si mesmos. Fazendo exatamente o que faz hoje, o mundo virtual deve começar a apoiar ações em campo. Ou seja, é preciso acrescentar ações concretas, no campo, pessoalmente, à luta que se tem travado virtualmente.

É para levar as discussões e o conhecimento produzido no mundo virtual – que já tem vasta bagagem – para o mundo real, promovendo palestras, distribuindo material informativo etc., por todo o país, nas universidades, nos colégios, nas associações e nos clubes, que surge a AmazonBrasilis - uma ONG em processo de criação, que começará a discutir e a expor as questões relativas à Amazônia, partindo, paralelamente e depois, para fazer o mesmo com todas as questões estratégicas nacionais.

Ao contrário do que se possa pensar, há sim jovens com sede de verdade e de horizontes mais promissores para o futuro. Eles querem informações coerentes. Querem conhecer alternativas realizáveis. Querem estímulos que os desvie do fatalismo do QI (quem indique) ou do ‘trabalhismo’ egocêntrico sem consciência política. Não é senão conscientizando o maior número de jovens da real situação do Brasil e do mundo que poderemos esperar ter condições de vitória sobre aqueles que objetivam a escravidão dos homens a um estilo único de vida comandado pela ditadura do voto chantageado. É um longo processo até que se possam obter resultados concretos desta investida na educação intelectual de nossos jovens. Mas, não foi para a investida desta maneira, em várias frentes, que Gramsci teorizou sobre a conquista do poder pela hegemonia?

Começa com a AmazonBrasilis um projeto bastante ambicioso cuja meta é conseguir criar a Academia Brasileira de Assuntos Estratégicos que pretende despejar na sociedade centenas de jovens imunes ao discurso e às armadilhas do neocomunismo fascista da nova ordem mundial.

Nos EUA já há inúmeras ONGs, associações, clubes etc. partindo para a ação neste mesmo sentido. O país está anos luz na nossa frente em termos de consciência política e de mobilização da população para esta luta pela liberdade que é, na verdade, a da maioria dos norte-americanos. Intercâmbios entre grupos internacionais de vários países que lutam pela liberdade e grupos brasileiros é a chave para conseguir recursos e mais poder de ação.

Na verdade – infelizmente – é muito mais provável que entidades internacionais e pessoas físicas estrangeiras se interessem em financiar grupos de trabalho como a AmazonBrasilis do que o façam agentes brasileiros, pelos mais diversos motivos. Mas, é preciso acreditar que daqui também poderão partir iniciativas individuais e empresariais para que se consiga o capital inicial necessário para dar partida nesse projeto, que – tenho certeza – trará bons frutos para o país num médio prazo, embora seu impacto sobre os organizadores vá, sem dúvida, ser imediato – podendo ser o da pressão para que se desista. Por isso, sempre na retaguarda e na preparação de ambientes para a ação da AmazonBrasilis terá que continuar havendo o trabalho sério na divulgação de informações e de denúncias pela internet.

Em considerações pouco especificadas de assunto tão abrangente foi apresentado um projeto de ação que leva o conteúdo e a luta na internet por um país melhor num contexto de mundo também melhor, para as ruas, para as salas de aula. É um começo e um bom começo. De cada empreitada surgirão frutos que gerarão mais frutos e assim por diante.

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VEJA ABAIXO O TEXTO DE FÁBIO ARLINDO DIAS VERÍCIOS, DIRETOR-PRESIDENTE DA AMAZONBRASILIS

AmazonBrasilis

O Instituto AMAZONBRASILIS tem por objetivo primário a pesquisa e a divulgação, de forma consistente, coerente e acadêmica, dos feitos da nação brasileira em prol do desenvolvimento, da preservação e da evolução da região amazônica e de nossos irmãos amazônidas, através de palestras em geral, Home Page própria com informações, análises atuais e de fácil acesso a todos, e publicações voltadas ao mundo acadêmico, tanto no Brasil quanto no exterior.

Desde abril de 2007 seus atuais participantes vem realizando estudos e palestras sobre a Amazônia brasileira nas regiões sul, sudeste e nordeste do país, e, após a realização de dezenas de palestras em universidades, escolas de segundo grau, centros sociais e comunitários, atingindo um público ricamente diferenciado de alguns milhares de ouvintes, foi fácil e entristecedor constatar o altíssimo grau de desconhecimento sobre a realidade amazônica, os mitos criados sobre a floresta, seus reais problemas e as realizações do Estado brasileiro. Se este vazio de conhecimento é grande entre nosso próprio povo, imagine no exterior...

Notícias e teses de depredações, destruições e mau uso dos recursos naturais e humanos não faltam na mídia, algumas reais e honestas, algumas sensacionalistas, outras mesmo fantasiosas, a serviço de interesses, muitas vezes, pouco confessáveis e nada patrióticos.

Sabemos, é claro, que a existência de um “vazio” de Estado e a ocupação desordenada da região gerou e gera problemas tanto sociais quanto ambientais. Isto é um fato já conhecido e apregoado ao mundo todo. Mas, se for assim, se tudo forem mazelas, como explicar o desenvolvimento constante com alto grau de preservação de parte da região? Como explicar o afluxo de pessoas qualificadas, brasileiros e estrangeiros, à região em busca de melhores oportunidades? Como explicar a atuação dinâmica e abnegada de nossos militares, braço armado, honrado e disciplinado, do Estado brasileiro, construindo a infraestrutura necessária à integração da região ao resto do país e levando apoio e civilidade aos pontos mais afastados e inacessíveis daquela imensa região pouco explorada?

Podemos afirmar, após estes anos de estudos e pesquisas, que os problemas ocorrem exatamente onde não houve planejamento e organização na ocupação do solo, seja por parte do Estado, seja por parte da iniciativa privada. Como exemplos de desenvolvimento responsável citamos a área mineradora de Carajás no Pará, onde a empresa Vale do Rio Doce, mesmo explorando minérios de forma comercial, manteve a cobertura florestal de suas áreas muito bem preservada, com elevado grau de proteção ambiental; a Petrobrás que em sua pesquisa e exploração de gás e petróleo, produto altamente poluente, na região de Urucu, atingiu um altíssimo nível, tanto em quantidade quanto na qualidade da preservação ambiental; e a Zona Franca de Manaus que levou desenvolvimento e gerou riquezas sem par à região.

A instituição AMAZONBRASILIS vem, então, cobrir esta lacuna na pesquisa e divulgação, tanto no Brasil quanto no exterior, dos nossos acertos como civilização no desenvolvimento e na preservação da região amazônica. Sem esconder os erros cometidos, mas trazê-los à luz da razão, nitidamente aristotélica, pois entendemos ser a única forma de analisá-los e solucioná-los.

Muito foi feito nestes últimos trezentos anos de civilização luso-brasileira na região amazônica, desde as caminhadas dos Bandeirantes rumo ao Pacífico, as intervenções do Marquês de Pombal na atual Roraima; a unificação do Grão-Pará levada a cabo por Bonifácio; a exploração da borracha e a saga de Plácido de Castro e um sem-número de brasileiros desconhecidos pela História na conquista do Acre; a Zona Franca e os grandes projetos de integração e desenvolvimento.

Muitos erros cometidos? Muitas realizações acertadas também! Qual grande nação neste mundo, desde os primórdios da História no Egito, na Grécia Clássica e no Império Greco-Romano não cometeu seus erros? É a forma humana de aprender e evoluir...

Sabemos que existem problemas, alguns muito graves, a serem solucionados. Alguns frutos de políticas equivocadas, que não levaram em conta as especificidades da região. Mas estamos constantemente buscando suas soluções, talvez não na velocidade desejada, mas o Brasil jamais regrediu... Nosso desenvolvimento como nação e como civilização é constante, firme e duradouro, nenhuma tempestade do destino abalou a nossa confiança, pôs em dúvida nossos direitos, ou ameaçou nossa existência.

Somos uma nação grande demais, rica demais, forte demais, para sermos claramente desafiados; a “síndrome de Kossovo” não nos amedronta nem nos abala, e, se desafiados, responderemos à altura, como sempre fizemos em nossa História.

Confiantes no destino de nossa pátria, na grandeza de nosso povo, e na realização de nossos sonhos, nós do Instituto AMAZONBRASILIS, divulgaremos, onde nos for possível, as realizações e os acertos de nossa civilização, sem esconder os erros cometidos, sem superestimá-los, tratando-os em sua real dimensão, neste território que nos foi arduamente legado por nossos antepassados, honrando sua memória, e ajudando a construir um futuro digno e civilizado ao nosso Brasil, íntegro e indissolúvel.

Petrópolis, 01 de Novembro de 2010.

Fábio Arlindo Dias Verícios
Diretor-Presidente