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Governo deve anunciar pacote habitacional na próxima quarta-feira

Governo deve anunciar pacote habitacional na próxima quarta-feira

 

http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?flavor=vejamais&id=26297

Charge: http://www.sponholz.arq.br/index.html

 

20/03/2009

 

O presidente Lula afirmou nesta sexta-feira que o esperado pacote de habitação do governo federal deve ser anunciado na próxima quarta-feira, dia 25 de março. Embora não tenha dado detalhes sobre como o programa funcionará ou quando as obras terão início, Lula caracterizou o projeto como "um grande programa de habitação no Brasil para construir um milhão de casas".


As declarações foram dadas em um seminário sobre comércio entre Brasil e Argentina, realizado na sede da Fiesp em São Paulo. Na ocasião, Lula também disse que essa não será a única medida do governo com o objetivo de conter os efeitos da crise, embora também não tenha entrado em mais detalhes sobre futuras ações.

Juízes apóiam responsabilização dos crimes de tortura ocorridos durante a ditadura

Juízes apóiam responsabilização dos crimes de tortura ocorridos durante a ditadura

 

No Correio Brasiliense

18/03/2009

 http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_3/2009/03/18/noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=90156/noticia_interna.shtml

 

O ministro Tarso Genro (Justiça) recebeu nesta quarta-feira do presidente da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil), Mozart Pires, moção em defesa da punição dos agentes do Estado que torturaram durante o regime militar (1964-1985). O presidente da Comissão de Anistia, que é ligada ao Ministério da Justiça, Paulo Abrão, disse que essa reação é fundamental para buscar a responsabilização dos crimes de tortura ocorridos na ditadura.

 

Em um dos trechos do documento, a associação diz que "não concebemos uma leitura da Lei de Anistia que abrigue excludentes de responsabilidade dos agentes que praticaram crimes contra a humanidade no período da ditadura militar". Segundo Pires, a legislação não pode ser uma espécie de "guarda-chuva para os torturadores".

 

"Ao meu juízo, esta é uma das mais importantes manifestações ocorridas até agora sobre o tema. Nós, juristas, sabemos o quanto é raro os advogados e juízes criarem consenso em torno de uma tese, o que reforça que, do ponto de visto eminentemente jurídico e técnico, que está correta a interpretação de que a Lei de Anistia não anistiou torturadores", disse Abrão.

 

De acordo com Pires, a AMB estuda a possibilidade de ingressar como co-autora com a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) da ação que tramita no STF que requer que os casos de tortura sejam definidos como crimes comuns e não políticos.

 

"Cabe agora ao STF, como guardião da Constituição, cumprir o seu papel histórico, tal qual todos os demais países civilizados, no empenho contra os 30 anos de impunidade", afirmou o presidente da Comissão de Anistia.

 

A discussão sobre responsabilização dos crimes de tortura, ocorridos ao longo do período militar, gerou polêmicas e divisões no governo federal. Para Tarso e o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), é fundamental retomar o debate. Já o ministro Nelson Jobim (Defesa), com apoio dos comandantes militares, defendeu que a discussão fosse encerrada.

 

Para evitar controvérsias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a todos os integrantes do governo federal que evitassem tratar publicamente do tema, deixando que a questão seja definida na Justiça. A ação tramita na Suprema Corte.

 

COMENTÁRIO:

Depois do resultado do julgamento na questão da demarcação da TI Raposa Serra do Sol, tudo pode acontecer. Sabem o Brito, presidente da OAB? Pois é, ele é sobrinho do ministro Ayres Brito do STF. Então, já viram, né?!

MSLT e os R$ 3,3 milhões

MSLT e os R$ 3,3 milhões

http://gpsdoagronegocio.blogspot.com/

16 de Março de 2009

OBSERVAÇÕES DESTE SITE EM AZUL

VAI PAGAR? (1)

O Tribunal de Contas da União está cobrando de Bruno Maranhão, líder do MSLT (Movimento de Libertação dos Sem Terra), uma espécie de Hammas da enxada, a devolução de R$ 3,3 milhões que foram repassados pela União em convênios desde 2003.

VAI PAGAR? (2)

Bruno Maranhão é aquele sujeito que liderou um bando de marginais, destruindo e depredando parte do prédio do Congresso Nacional, em junho de 2006. O TCU sabe que não vai ser fácil recuperar o dinheiro desviado através do MSLT e da Anara (Associação nacional de Apoio à Reforma Agrária).

(Também é aquele pobrezinho que recebeu mais de R$ 1 milhão de indenização por ter sido perseguido pela ‘ditadura militar’. É que ele era apenas um terroristazinho que queria implantar o comunismo no Brasil. Não conseguiu. Perdeu feio. Por isso, hoje, o imposto dos brasileiros deve ser usado para sustentar o ‘pobre’ perdedor injustiçado)

(Ah! E também é aquele que foi convidado – e compareceu – à festa de reeleição do presidente Lula. Isso depois de ter liderado a invasão e o ‘quebra-quebra’ no Congresso)

COBRANÇA

O TCU já determinou o levantamento dos bens de Bruno Maranhão. Ele tem duas fazendas em Pernambuco e caso não apresente defesa em 15 dias, seus bens serão declarados indisponíveis. É bom demais para ser verdade!

HIPOCRISIA

Não é um caso bem brasileiro de hipocrisia? O “seu” Bruno tem duas fazendas, é filho de família pernambucana de posses e lidera um movimento de luta contra a propriedade privada.

Lula manda dar tratamento Vip a pecuarista de MS

Lula manda dar tratamento Vip a pecuarista de MS

16 de Março de 2009

 Ângela Kempfer


Um dos maiores pecuaristas do Estado, Luis Carlos Bumlai, ganhou direito a tratamento Vip em Brasília. Segundo o JB On Line, o próprio presidente Lula mandou distribuir à segurança um cartaz, com direito à foto de diferentes ângulos, para que o amigo tenha acesso livre dentro do Palácio do Planalto.


Dono de mais de 200 mil cabeças de gado, ele é um dos patrocinadores preferenciais de campanhas petistas. Além do ex-governador Zeca do PT, em Campo Grande a vereadora Thaís Helena é uma das agraciadas da família Bumlai, com doações de campanha desde o primeiro mandato, quando sequer era conhecida. No ano passado, ela teve a 4ª campanha mais cara da Capital.


Intimo de Lula, o motivo da comunicação para “atendimento preferencial” seria o fato do amigo ter sido barrado dia desses no Palácio do Planalto. 


O texto, estampado no Planalto, determina prioridade de atendimento a Bumlai na portaria principal do Palácio, devendo ser encaminhado para o local desejado “em qualquer tempo e qualquer circunstância”.


O cartaz ainda apresenta uma foto de frente e duas de perfil de José Carlos Bumlai, para que não haja nenhum equívoco na identificação.


O pecuarista tem lugar cativo no comitê de empresários pró-Lula e foi um dos primeiros nomes cotados para assumir um ministério no governo Lula, o de Agricultura. 

Durante a campanha, o petista gravou na fazenda do sul-mato-grossense propagandas durante disputa à presidência. Para desvincular a imagem do PT a do MST, Bumlai deu inclusive depoimento de apoio ao petista, direto de uma de suas fazendas, a Santa Inês.


Alguns momentos importantes também tiveram as propriedade dele como cenário. Laerte Demarchi, um dos amigos tradicionais de Lula, inventou o termo “Lulinha Paz e Amor”, por exemplo, quando pescava com Bumlai no Pantanal.


Durante o governo Zeca também hospedou governadores em visita ao estado em outra propriedade, a Morro do Azeite. Articulado em diferentes setores, ele mantinha contado com empreiteiras e integrava o Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social.


Por ocasião da polêmica sobre usinas no Pantanal, Bumlai foi voz favorável ao projeto apresentado pelo governo Zeca, por ter interesse na exploração do setor. 


O empresário chegou a acompanhar Zeca em diferentes reuniões com ministros e diretores de estatais, entre outros temas, para a implantação do pólo gás-químico binacional Brasil-Bolívia, em Corumbá e Puerto Suárez. 

Ajuda à Bolívia vai custar R$ 26 mi ao país

Ajuda à Bolívia vai custar R$ 26 mi ao país

 

Criticada por especialistas, importação de excedente de gás terá impacto para o consumidor

 

JORNAL DO BRASIL

Ana Carolina Oliveira

BRASÍLIA

 

O volume de 4 milhões de me- tros cúbicos diários que o Brasil vai importar a mais da Bolívia representará um gasto adicional para os consumidores brasileiros de energia de quase R$ 26 milhões por semana, de acordo com cálculos da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (Abrace). O Operador Nacional do Sistema (ONS), órgão responsável pela gestão do parque energético do país, justificou a importação ao lembrar que o Brasil precisará manter ativas as usinas termelétricas de Canoas (RS), Araucária (SC) e Fernando Gasparian (SP), responsáveis pela geração de 700 megawatts (MW) de energia. De acordo com a carta assinada pelo presidente do ONS, Hermes Chipp, e enviada para o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o religamento das usinas visa a garantir a segurança da operação elétrica do Sistema Interligado Nacional.

 

Com isso, o Brasil precisou importar mais 4 milhões de metros cúbicos diários de gás da Bolívia. A manutenção das usinas ligadas trará um custo ao país que é repassado às tarifas de energia por meio da conta de Encargos de Serviços do Sistema (ESS). No ano passado, todas as térmicas ficaram ligadas, o que trouxe um custo ao país de R$ 2,2 bilhões. O presidente da Abrace, Ricardo Lima, criticou a medida, ao lembrar que mais uma vez o Brasil ajuda vizinhos com o dinheiro de consumidores brasileiros. ­ Esse caso nos causa estranheza e já aconteceu anteriormente com a Argentina ­ afirmou. ­ Novamente se faz favores para governos amigos a custa dos consumidores e da economia brasileira. Sócio-diretor da consultoria Gás Energy, Marco Tavares acredita que o religamento dessas usinas não vai trazer grandes prejuízos ao Brasil. ­ Esse gasto poderia ser feito agora ou em abril ou maio.

 

Na verdade, em vez de despachar em abril ou maio, o despacho será antecipado. Duas térmicas no universo do mercado brasileiro não chegam a 1% e, em relação ao consumo, chegam a 2%, o que não é nada. O presidente do Centro Brasileiro de Infra Estrutura, Adriano Pires, também acha que a decisão foi tomada no âmbito político e não técnico. ­ Esse episódio mostrou mais uma vez uma política em relação à Bolívia decidida em Brasília e não na Petrobras. Na realidade, o correto era esse assunto ser tratado a partir de critérios técnicos entre a Petrobras e o governo boliviano ­ afirmou Pires. O consultor também criticou a atitude do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de não defender os interesses dos brasileiros. ­ O presidente Lula quer manter uma imagem de líder da América Latina e quem paga a conta é o consumidor brasileiro ­ criticou.

Arroz para los hermanos e amigos cubanos

Arroz para los hermanos e amigos cubanos

Sexta-feira, 20 de Março de 2009

http://gpsdoagronegocio.blogspot.com/

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Brasil doa 19.400.000 kg de arroz a Cuba


Enquanto as marolinhas não chegam, o Brasil vai esbanjando o seu arroz! Damo-nos ao luxo de mandar rizicultores às favas e ao mesmo tempo fazer enormes doações de arroz a Cuba, o país refém da dinastia Castro, que promoveu radical Reforma Agrária e quer vê-la implantada em nossas terras...

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Com efeito, Cuba recebeu hoje (20/3) um barco com quase 20.000 toneladas de arroz doadas pelo Brasil à ilha como ajuda humanitária. A doação foi acertada entre Lula e Zapatero, durante a cúpula ibero-americana em El Salvador.

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O Brasil doou o arroz e a Espanha cedeu o barco, disse o embaixador brasileiro Bernardo Pericás, durante 'evento' no porto de Havana. "É um reconhecimento ao esforço do povo cubano para enfrentar as necessidades causadas pelos furacões" (sic), disse.

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A Espanha havia doado, em outubro, 33 milhões de dólares para a reconstrução da ilha após os tais furacões. "Esta é a solidariedade de países amigos frente à adversidade de um terceiro país muito amigo e muito irmão", disse o embaixador da Espanha na ilha.

 

Palestina terá embaixada em Brasília

Palestina terá embaixada em Brasília

 

http://www.inforel.org/logado.jsp?noticiaId=3136

17/03/2009

 

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, vota nesta quarta-feira, o projeto de lei que autoriza o governo federal a doar um terreno em Brasília para as futuras instalações da embaixada da Palestina.

O Brasil mantém relações com a Organização para a Libertação da Palestina desde 1975, ano em que a entidade instalou seu escritório de representação no país.


Em 1993, por ocasião do primeiro acordo Israelo-Palestino de Oslo, decidiu-se, segundo o Itamaraty, elevar o status da representação palestina no Brasil para o de Delegação Especial Palestina no Brasil.


De acordo com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, “constitui matéria de especial interesse, no âmbito da política externa brasileira, a doação de lote à Palestina, a fim de que a Delegação tenha sede própria em Brasília”.


A iniciativa atende a um pedido feito pelo então presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat. “À época, foi necessário lançar mão de recurso alternativo à doação, pelo fato de a Palestina ainda não ser um Estado com território constituído, em condições de oferecer reciprocidade”, explicou Amorim.


O Brasil tem votado favoravelmente às resoluções no âmbito das Nações Unidas em defesa da criação de um Estado palestino independente.


Além disso, destaca o Itamaraty, “mantém firme apoio a todas as iniciativas tendentes a uma retomada das negociações de paz e favoráveis ao estímulo do diálogo direto entre as partes, seja na forma de resoluções no âmbito da Organização das Nações Unidas, seja na forma de conferências regionais e internacionais”.


Segundo Celso Amorim, “o Brasil não tem poupado esforços no sentido de melhorar as condições de vida do povo palestino e colaborar com a pacificação da região, a fim de levar à formação de um Estado palestino soberano, geograficamente coeso e economicamente viável”.


O deputado federal Nilson Mourão (PT-AC), relator da matéria, explicou que o Brasil é um histórico defensor da criação de um Estado palestino situado nos territórios ocupados por Israel desde 1967 (Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental).


Ele lembrou que desde 1947, quando a Assembléia-Geral das Nações Unidas aprovou a resolução 181, o Brasil tem atuado de forma contundente quanto à criação de um Estado palestino que conviva pacificamente com Israel.


Em 2006, na Conferência de Estocolmo, o Brasil doou US$ 500 mil para projetos humanitários na Palestina. Na Conferência de Doadores de Paris, de 2007, o país contribuiu com US$ 10 milhões.


No ano passado, o Brasil enviou uma missão técnica de cooperação aos territórios palestinos que decidiu pela implementação de programas nas áreas de eleições, saúde, educação, esportes e agricultura.


Desde 2004, o país mantém em escritório de representação em Ramallah.

Menina índia de 9 anos tem bebê em Manaus

Menina índia de 9 anos tem bebê em Manaus

 

07/07/2006

O Globo/Globo Online

15/03/2009

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/brasil/conteudo.phtml?id=580207

 

Por três meses, uma menina índia de 9 anos da tribo apurinã, do Amazonas, brincou com as bonecas que ganhou de funcionários do hospital Moura Tapajós, de Manaus. Sorridente, mas calada, passava horas fingindo estar alimentando a boneca. Na quarta-feira, às 16h33m, após uma gravidez que ameaçou ser de alto risco, ela deu à luz sua primeira filha, uma menina que nasceu pesando pouco mais de dois quilos e medindo 42cm. As duas crianças passam bem.

 

A criança-mãe está numa enfermaria, com outras três pacientes, com as quais já fez amizade. A criança-filha está numa UTI, onde deve permanecer de 30 a 45 dias. A menina nasceu, como era esperado pela equipe que acompanhou a gravidez, com peso abaixo do normal e precisa de acompanhamento. A antecipação da cirurgia pegou a todos de surpresa.

 

- A cesariana seria na sexta-feira. Íamos transferi-la para o Hospital Balbina Mestrinho, que tem mais recursos, mas ela entrou em trabalho de parto e tivemos que agilizar a cirurgia - disse a diretora-clínica do hospital Moura Tapajós, Christiane Marie, que acompanha o caso.

 

A índia chegou ao hospital dia 30 de março, trazida do município de Manacaparu pela irmã de 19 anos e por uma enfermeira da Casa do Índio, de Manaus. Grávida de seis meses, a menina tremia com 40 graus de febre, ocasionada pela malária e pela pneumonia.

 

Segundo a médica, ela chegou chorando, nervosa e sem entender direito o que estava acontecendo. Suspeitava-se que ela era surda, mas o que havia era uma espécie de tampão de cera no ouvido, que a impedia de ouvir.

 

No hospital, a menina passou a receber cuidados multidisciplinares, com psicólogos, assistentes sociais, pedagogos, fisioterapeutas e pediatras. Além disso, passou a receber carinho. Ela sempre se recusou a falar sobre a gravidez.

 

O Ministério Público solicitou a antropólogos que investiguem se a prática de violação de mulheres após a primeira menstruação é comum na tribo apurinã ou se ela foi vítima de estupro. Ainda não há conclusão a respeito. A menina se mantém calada quando fala no assunto.

 

A aldeia em ela morava é pequena, pouco mais de cinco casas, na área de influência do gasoduto Coari-Manaus. A menina nunca perguntou sobre parentes da aldeia. Após se recuperar da anemia, passou a manter uma rotina acompanhada pelos especialistas do hospital, que ia desde um acompanhamento nutricional até fisioterapia.

 

A menina ganhou um enxoval completo para bebê e algumas bonecas, que, junto com a TV, foram o passatempo nos três meses anteriores ao parto.

 

- Ela acabou tendo uma gravidez quase normal, ainda mais levando em conta as doenças que tinha - diz Christiane.

 

A médica achava que seria possível esperar mais um pouco para definir a cirurgia, mas o trabalho de parto veio antes do previsto. A menina não tinha passagem pélvica para o parto normal, por isso a cesariana foi feita em caráter de urgência.

 

O futuro da menina ainda não foi definido. Depois dos 45 dias na enfermaria do hospital, ela deve voltar à aldeia.

 

- Estamos nos reunindo com várias entidades para decidir qual a melhor decisão a ser tomada - disse o coordenador da Funai Edgar Fernandes.

 

A menina já pôde ver a filha. Ainda não a tomou nos braços nem deu de mamar. Apenas olhou de longe, através do vidro da UTI. Já tem consciência de que é mãe, mas ainda vai passar por um intenso trabalho com psicólogos do hospital.

 

- É uma criança que virou mulher, mas ainda nem sabe disso - resume a médica.

"A ‘LÁPIDE’ - OBRA PUBLICADA EM HONG-KONG QUE RELATA A GRANDE FOME CHINEZA

"A ‘LÁPIDE’ - OBRA PUBLICADA EM HONG-KONG QUE RELATA A GRANDE FOME CHINEZA

FSP – 14/12/08

Um jornalista chinês, Yang Jisheng, reuniu documentos sobre a ‘industrialização’ forçada na época do “Grande Salto Adiante” que causou a MORTE pela FOME a cerca de 36 milhões de chineses, enquanto a mídia local louvava a ‘industrialização’ – que levaria a CHINA a ser uma grande potência...

A fome foi provocada por uma desastrada decisão de Mao Tse-Tung que retirou do campo milhões de agricultores para colocá-los na ‘industrialização’ à força da China Comunista e... ‘enquanto fundiam ferro’, a produção agrícola minguava...
Tantos eram os cadáveres que ninguém mais se preocupava em enterrar os corpos dos que morriam de fome...

“A Lápide” (em chinês ‘Mu Bei’ ) é uma ‘lápide’ que o jornalista cria para o túmulo de seu pai que também morreu de fome...

O livro, de 2 volumes e 1.100 páginas, tem centenas de documentos oficiais que comprovam os inúmeros casos de canibalismo em que famílias devoravam os cadáveres de parentes; e outro tanto, de pais que matavam seus próprios filhos para se alimentarem de seus corpos...

Em 1959, a URSS rompeu unilateralmente com o regime chinês e Mao teve que começar a pagar suas dívidas com os soviéticos com grãos da produção que já estava em declínio; o que o obrigou a desviar milhões de toneladas da produção para o antigo aliado do norte..."
Chinese author of book on famine braves risks to inform new generations

By Verna Yu
Published: December 18, 2008
http://www.iht.com/articles/2008/12/18/asia/famine.php

For such a bold writer, Yang Jisheng comes across as a surprisingly quiet, almost shy, scholarly man. Yet this slightly built 68-year-old retiree has become something of a thorn in the side of the Chinese authorities in recent years.

After a 35-year stint as a journalist for Xinhua, the official Chinese news agency, Yang has made a name for himself writing about things the Chinese Communist Party would rather people forgot.

His latest book, "Mu Bei" ("Tombstone"), published this year in Hong Kong, has been hailed as the most comprehensive and authoritative account by a mainland Chinese writer of the Great Famine of late 1958 to 1962, which was precipitated by the calamitous economic policies of Mao's Great Leap Forward and cost the lives of tens of millions of Chinese.

The title, he writes in the opening passage, has several meanings: "It's a tombstone for my father who died of starvation in 1959, it's a tombstone for the 36
million Chinese who starved to death, it's a tombstone for the system that led to the Great Famine".

He adds: "There was also a great political risk involved in writing this book. If something happens to me because of this, at least I'm making a sacrifice for the sake of my ideals, so this would also be a tombstone for myself".

The two-volume, 1,100-page work is banned in China, as is his previous book, "Political Struggles in China's Age of Reform," which contains his account of the 1989 military crackdown on student-led pro-democracy demonstrations in Tiananmen Square and three interviews with former Prime Minister Zhao Ziyang. Zhao, who was purged for sympathizing with the students, met with Yang while under house arrest.

The authorities were so nervous about that first book - the interviews had been publicized in the overseas press - that they summoned him several times and ordered him to cancel its publication. He refused, and it was released in Hong Kong in 2004. After Zhao died in 2005, Yang was monitored by a plainclothes police officer to ensure he did not attend the funeral.

"My wife was really quite scared, but she couldn't stop me," he laughed in an interview in the office of the history journal Yanhuang Chunqiu, where he is deputy publisher. "She didn't want me to write, because that had led to a lot of trouble".

Why then does he feel compelled to write about such sensitive topics?

"There are too many lies in China in the past, even history can be fabricated", said Yang, in the earthy accent of his native Hubei Province. "Deceiving children is a sin," he said. "But they have deceived two, three generations of people already, so this generation cannot lie to the next generation again".

He said for many young Chinese today, events like the famine, the Cultural Revolution and the Tiananmen crackdown hardly register. So he feels it imperative that he write down what he knows and has seen. Yang says that he himself was among those deceived and, as a state journalist, propagated the lies he was told. After he graduated from Tsinghua University in Beijing in 1966, the year the decade-long Cultural Revolution began, he was assigned to be a reporter at Xinhua.

Like other journalists at the time, he followed Communist Party guidelines, writing nothing but praise of the leadership."When I looked through hundreds of stories I wrote during the Cultural Revolution, I realized that over 90 percent of them could not stand the test of history", he said. "You could say I'm not personally responsible, but I feel I owe it to history".

A fervent adherent of Communist ideals in his early years, Yang said he long believed that Mao's Great Leap Forward - an ambitious plan of rapid industrialization - was a success, even though his own father was among its victims. In 1959, he did not occur to him that his father's death was part of a larger manmade catastrophe.

"I didn't blame the government at all. I didn't know what was happening in faraway
places. I thought what happened in my home village was an isolated phenomenon,"
said Yang, who at the time was working at a school elsewhere in the country. It was not until nearly a decade later that he learned, from a Red Guard document, that the governor of Hubei had said that 300,000 had died in his province alone during the famine.

"Once I realized we had been deceived, a strong feeling grew within me," he said. "The more they wanted to hide the truth, the more I wanted to seek the truth."

To produce "Tombstone," Yang spent more than a decade conducting meticulous research and extensive interviews with witnesses and academics across China. As a Xinhua journalist, he had access to archival materials.

"It is clearly the most thorough historical description of the Great Leap Famine in any language," said Dali Yang, a political scientist at the University of Chicago, who has also written about the famine and its consequences. Working from official population statistics and his own estimates of underreported deaths based on his investigations, Yang Jisheng concluded that at least 36 million people died of starvation during the famine.

Yang's book describes horrendous scenes. Desperate people ate anything they could find: roots, bark, mud, bird droppings and, when these ran out, human flesh from corpses on the street or even of their own relatives.

In Tongwei County in the northwestern province of Gansu, one of the worst- affected regions, as much as a third of the population died, Yang writes. One witness told him that corpses lay everywhere, in ditches, by roads, in farm fields. Those still alive looked for bodies to eat. One young woman killed and ate her own daughter. But this catastrophe has remained a taboo subject. The Chinese government still plays down the man-made disaster as "three years of natural disasters."

But Yang puts the blame squarely on Mao's policies. During the Great Leap, farmers had to leave their crops untended to work at steel production. While harvests fell, local officials exaggerated production figures to please Mao. Because provinces delivered crops to the state to supply cities and export quotas based on those inflated figures, farmers were left to starve. No one dared to speak out, fearful of questioning Mao.

Although there are already several books on the topic by overseas authors, Yang thought it was time that a mainland Chinese tackled this grim chapter of history. "If a country cannot face its past, it has no future," Yang said. He came to this conclusion after the 1989 Tiananmen crackdown, in which hundreds of civilians were killed.

"That incident really shook me," Yang said. "After that, I felt that we should really be more critical of our political system and reflect more deeply upon those past lies."

Yang, a Communist Party member, said he wrote the book in the hope that the party could learn from past mistakes and pursue political reform. He thinks China should adopt a multi-party system and not be "an obstacle in history" standing in the way of the broader trend toward democracy.

Yang knew he could be censured for writing candid accounts. "I'm in my 60s," he said. "If I end up in jail for the sake of my book, it's nothing to be ashamed of. I'd see that as an honor."

But, while the book cannot be published here, he has been pleasantly surprised that no one from the government has summoned him for a reprimand.

"At least they are allowing me to talk about this, this is relatively open-minded of them," he said. "This would have never been possible, say, 10 or 20 years ago."

MST apóia o Sindicato dos Petroleiros e invade sede da Petrobras em protesto contra 10ª rodada da ANP - Enquanto isso, Lula quer nova Lei de Segurança Nacional que tentará definir terrorismo, crime político e discutirá Anistia

MST apóia o Sindicato dos Petroleiros e invade sede da Petrobras em protesto contra 10ª rodada da ANP - Enquanto isso, Lula quer nova Lei de Segurança Nacional que tentará definir terrorismo, crime político e discutirá Anistia

 

O Globo e Globonews

17/12

 

RIO - Manifestantes do movimento dos Sem-Terra, Via Campesina e Sindicato dos Petroleiros invadiram, na manhã desta quarta-feira, o prédio-sede da Petrobras no Centro do Rio, em protesto contra a realização da 10ª Rodada de Licitações de Áreas Exploratórias da Agência Nacional do Petróleo (ANP), prevista para ocorrer nestas quinta e sexta-feiras. Também participam da mobilização a Central Única dos Trabalhadores (CUT), os grupos Conluta e Intersindical e a frente de oposição de esquerda da União Nacional dos Estudantes (UNE). Eles reivindicam uma nova legislação para regular o setor de petróleo e a reestatização da Petrobras, com gestão pública e controle social.

 

 

De acordo com os organizadores do protesto, que desejam uma reunião com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, cerca de 500 manifestantes entraram prédio. No dia anterior, cerca de 25 mil petroleiros, de um total de 40 mil, já haviam paralisado suas atividades pelo mesmo motivo. Segundo depoimentos de funcionários da empresa, os manifestantes estariam desligando as luzes do prédio e impedindo a entrada pelas portas principais, forçando quem quer trabalhar a entrar pela garagem.

 

Leia também: protesto de petroleiros não afeta operações da Petrobras.

 

Também está prevista para esta quarta-feira, às 17h, a realização de outro ato público na Candelária para exigir o cancelamento dos leilões. Na seqüência, os manifestantes fazem uma vigília até o dia seguinte em frente ao prédio da ANP, na avenida Rio Branco.

 

Na 10ª Rodada da ANP serão licitadas apenas áreas terrestres. Está prevista a oferta de 130 blocos para pesquisa de petróleo e gás natural, com cerca de 70 mil km² divididos em oito setores, em sete bacias sedimentares: Sergipe-Alagoas, Amazonas, Paraná, Potiguar, Parecis, Recôncavo e São Francisco.

 

Dos blocos a serem ofertados, 100 estão em bacias maduras, onde a existência de petróleo e gás já está comprovada, dos quais 35 na bacia Potiguar, 21 no Recôncavo e 44 na bacia Sergipe-Alagoas. Os outros 30 são blocos em novas fronteiras exploratórias, dos quais sete na bacia do Amazonas, cinco na bacia do Paraná, seis na de Parecis e 12 na bacia de São Francisco.

MST apóia o Sindicato dos Petroleiros e invade sede da Petrobras em protesto contra 10ª rodada da ANP

 

ENQUANTO ISSO...

 

Lula pede a ministros nova Lei de Segurança Nacional até 2010

 

CLAUDIO DANTAS SEQUEIRA

DA REPORTAGEM LOCAL

17 de dezembro de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1712200821.htm

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu aos ministros Tarso Genro (Justiça) e Jorge Felix (GSI) que elaborem um substituto para a Lei de Segurança Nacional. Até 2010, Lula quer ter em mãos um novo texto e poder revogar a lei 7.170, promulgada em 1983 pelo general João Figueiredo, o último presidente militar.

 

Segundo a Folha apurou, o projeto de lei que está sendo esboçado por um grupo interministerial buscará enquadrar o terrorismo e redefinir o conceito de crime político, delimitando as ações dos movimentos sociais do país.

 

As discussões estão amadurecendo e algumas propostas foram apresentadas ontem em reunião do grupo em Brasília. Por enquanto, o texto está sendo chamado de "Lei de Soberania Nacional e do Estado Democrático de Direito" e terá vinculação direta às diretrizes de segurança interna contidas na Estratégia Nacional de Defesa (END), apresentada a Lula no último dia 11 pelo ministro Nelson Jobim (Defesa). O objeto da nova lei serão as ameaças à soberania nacional, à integridade territorial e às instituições democráticas.

 

Integrantes do grupo técnico acham que o principal desafio é definir claramente o que é ou não ameaça. Na lei de Figueiredo, o artigo 20 define como crime "praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas". Prevendo prisão de 3 a 10 anos para o criminoso.

 

Apesar de arcaica, a lei 7.170 foi usada em 2006, quando o MSLT (Movimento de Libertação dos Sem-Terra) invadiu o Congresso Nacional. A Justiça Federal instaurou ação penal na qual 116 militantes do grupo foram acusados de praticar "crime político".

 

GSI

 

A cúpula do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) insiste na necessidade de tipificação do terrorismo, um tema considerado sensível para o Ministério da Justiça. No entendimento geral do governo, o ato terrorista é aquele capaz de infundir pânico generalizado e desestabilizar o regime democrático. Os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em São Paulo, em 2006, foram classificados pelo presidente Lula como terrorismo. Até hoje, no entanto, as Nações Unidas não conseguiram chegar a uma definição de consenso. Na Câmara, há vários projetos de lei sobre o tema.

 

Inimigo

 

Para o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay, a nova lei "não pode fetichizar atitudes que já são criminosas, como o dano ao patrimônio público e a formação de quadrilha". Segundo ele, "é preciso tomar um cuidado enorme para não criminalizar os movimentos sociais e dar conta da pluralidade da sociedade atual".

 

"É imprescindível que a nova lei reflita o atual grau de maturidade da democracia brasileira. Não pode ter esse caráter de cima para baixo, que olha para os cidadãos e os divide entre amigos e inimigos", diz Abramovay. Segundo ele, a nova regra também vai "controlar os detentores do poder".

 

Abramovay foi designado para coordenar o grupo técnico responsável pela elaboração do projeto de lei. Participam da redação do novo texto as pastas de Justiça, Casa Civil, Relações Exteriores, Ciência e Tecnologia, Planejamento e Defesa, além de GSI, Advocacia Geral da União e Forças Armadas.

 

Já houve outras tentativas de substituição da lei 7.170. A mais recente foi o projeto de lei 6.764/ 2002, que voltou a tramitar em março. A substituição da Lei de Segurança ocorre paralelamente ao debate sobre a revisão da Lei da Anistia. "A Lei de Segurança Nacional é um tabu e vamos nos desfazer dele", diz Abramovay.

 

Camata protesta contra cartilha que ensina usuário a se drogar

Camata protesta contra cartilha que ensina usuário a se drogar

 

09/12/2008

 

O SR. GERSON CAMATA (PMDB – ES. Para uma comunicação inadiável. Sem revisão do orador):

 

Sr. Presidente, no sábado, peguei o jornal O Globo – às vezes lemos uma notícia e não acreditamos naquilo que estamos lendo –: li uma vez, duas, tomei um cafezinho, bebi um copo d'água, li de novo, para ver se aquilo era verdade, e era. Hoje li de novo.


O Ministério da Saúde editou uma cartilha, e não acredito que aquilo foi pago com dinheiro público. Estou falando aqui, porque estou requerendo ao Ministério exemplares da cartilha e ao Tribunal de Contas se é lícito usar dinheiro do contribuinte, para fazer uma cartilha como essa.


A cartilha é dirigida aos viciados em craque, cocaína e êxtase. Mas, em lugar de dizer que aquilo faz mal, para não se usar, não, estimula, porque o título já é assim: "O álcool e outras drogas não afetam seus direitos". Quer dizer, o álcool e outras drogas... Tudo igual, tudo igual. E aí diz o seguinte a cartilha: Maconha. Se você é usuário de maconha, é bom andar com um vidrinho de colírio, porque ela costuma deixar o olho meio vermelho; para tirar o bafo, beba bastante água ou, senão, uma vodca.

É! A Cartilha do Ministério da Saúde!

 

Mas tem mais: se você é usuário de cocaína, não use nota de dinheiro para cheirar cocaína, use um canudinho, que é mais higiênico, desses que têm nos bares. E não manipule a cocaína com a sua mão, que pode estar com algum micróbio, com alguma bactéria.


É, o Ministério da Saúde!

 

Não diz, em nenhum momento: não use cocaína, ela faz mal, ela vicia. A cocaína financia os crimes, financia as armas que matam os inocentes nos morros do Rio, de Vitória, do Brasil, de Porto Alegre! Em nenhum momento, ela diz isso.


Mas, aí há o crack: ah! Se você é usuário do crack, você tem de beber muita água após consumir o crack, bastante água mesmo, e também se alimentar bem antes e depois do crack. Ensina como se faz.


E depois tem o êxtase: beber bastante bebida isotônica se você vai consumir êxtase; antes e depois.


Disseram lá no Ministério que isso é a maneira de evitar um dano maior. A maneira de evitar um dano maior é combater o traficante, colocar o traficante na cadeia, prender a cocaína que roda, tomar as armas dos traficantes, colocar na cadeia esse monte de gente que está destruindo a juventude brasileira. Essa é a maneira.
Agora, fazer uma Cartilha ensinando como se usa! O Ministério da Saúde! Eu não acredito!


Quero que o Tribunal de Contas informe se é lícito usar dinheiro do contribuinte, dinheiro público, sagrado, para ensinar as pessoas a usarem cocaína, crack, êxtase, essas coisas que estão acabando com o Brasil.


Erramos aqui quando consideramos que o viciado não pode ser preso, porque está carregando para o consumo próprio. Mas é o viciado que financia as armas, financia os crimes, financia as mortes.


Tanto que está tramitando um projeto de lei, de minha autoria, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, no sentido de que sempre que um drogado matar alguém ou roubar alguém, quem vendeu a cocaína, se for localizado, também vai para a cadeia junto com ele. Porque se, por exemplo, eu entrego uma arma para alguém assassinar uma pessoa, eu sou co-autor; se eu vendo a droga para alguém matar outro eu sou co-autor também. Então tem que prender o traficante, toda hora, todo momento, e persegui-lo.


Pelo Regimento eu não posso, mas eu gostaria de ouvi-lo.


Fala, depois, o Sr. Geraldo Mesquita Júnior (PMDB – AC):

 

Só para contribuir com o seu pronunciamento, Senador Gerson. Eu admitiria uma cartilha dessas se ela fosse dirigida a toda a população brasileira, orientando-a a perceber os sintomas daqueles que usam entorpecentes, para identificar e levá-lo a algum local onde ele possa ser tratado etc. Mas o senhor leu três vezes e não acreditou. Eu teria lido vinte vezes e continuaria não acreditando nessa cartilha.


O SR. GERSON CAMATA (PMDB – ES):

 

Pois é, eu tive que ler de novo, hoje cedo, e agora estou pedindo para mandar uns exemplares aqui para o Senado e, junto, vou entrar com um requerimento. Quero que haja uma análise por parte do Tribunal de Contas se é lícito, com dinheiro público, publicar-se uma cartilha dessas, ensinando as pessoas a consumirem drogas pesadas. E o pior, dando a entender que não é problema, não - pode consumir, desde que você beba bastante isotônico; pode encher a cara de maconha, desde que você ponha colírio no olho; pode chupar (sic) cocaína à vontade, desde que não use nota de dinheiro para isso, tem que ser canudinho.

 

Eu não estou entendendo mais as coisas que estão acontecendo. Perdoem-nos, mas o Tribunal de Contas vai ter que explicar ao povo brasileiro se isso é lícito, se isso é correto, se isso é direito, se isso é moral, o que é isso.


Muito obrigado.

Passageiro flagrado com euros em Cumbica foi citado no caso mensalão.

Passageiro flagrado com euros em Cumbica foi citado no caso mensalão.

 

Do G1, com informações do Jornal Nacional
08/12/08

 

Homem é processado por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Ele acabou preso por prestar informações falsas em documento oficial.

 

A Polícia Federal prendeu na madrugada de domingo (7), em flagrante, o passageiro Enivaldo Quadrado, que desembarcou no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, de um vôo vindo da Europa, com mais de 360 mil euros não declarados. Ele é um dos envolvidos no escândalo do mensalão e responde a processo por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

 

A corretora dele, a Bônus-Banval, funcionava em um prédio em São Paulo. Segundo a acusação do procurador-geral da República, saiu da corretora parte do dinheiro pago a parlamentares, em troca de apoio político ao governo federal. Na viagem à Europa, Quadrado ficou hospedado em Madri. De lá, voltou para São Paulo, com escala em Lisboa.

 

Saiba mais:

 

Em Cumbica, PF prende homem com 361,4 mil euros na bagagem Saiba quem virou réu no caso do mensalão

 

Na chegada ao Aeroporto de Guarulhos, ele preencheu um documento no qual a Receita Federal pergunta se o passageiro está portando valores superiores a R$ 10 mil ou o equivalente em moeda estrangeira. A resposta dele foi não. No desembarque, policiais federais fizeram uma abordagem de rotina ao passageiro e descobriram que ele tinha maços de dinheiro vivo nas meias, na cintura, dentro da cueca e também numa pasta de mão.

 

Enivaldo disse que estava carregando 300 mil euros. Mas, na contagem, agentes da Receita Federal e da PF verificaram que havia mais: um total de 361.445 euros, quase R$ 1,2 milhão.

 

O homem foi preso por ter prestado informações falsas em documento oficial - crime que tem pena de até cinco anos de cadeia e mais multa. A caminho do Centro de Detenção Provisória de Pinheiros (CDP), na Zona Oeste de São Paulo, ele preferiu o silêncio.

 

Para as autoridades, o homem teria dito que o dinheiro foi empréstimo de um amigo português e seria usado para a compra e revenda de carros no Brasil. A Receita Federal já determinou o confisco de cada nota. O advogado de Enilvaldo Quadrado disse que só vai se manifestar quando tiver acesso ao auto de prisão em flagrante.

Considerações sobre a reforma tributária

Considerações sobre a reforma tributária

Ives Gandra Martins

Professor de direito e escritor

02/12/2008

 

Nada obstante todo o louvável esforço do deputado Sandro Mabel para melhorar o confuso projeto de reforma tributária enviado pelo governo federal ao Congresso – foram muitas as modificações positivas – dúvidas remanescem.

 

De início, tem-se a impressão – detectada entre todos os tributaristas de prestígio do país – que haverá aumento de carga tributária. Ganha a União Federal um novo imposto (IVA) incidente sobre todas as operações de circulação de bens e serviços, que será o mais importante imposto de seu elenco, abrangendo operações sobre bens e serviços, com espectro muito mais abrangente que o IPI, ICMS e ISS – que serão mantidos. Continua, por outro lado, a ter o direito de gerar quantas contribuições desejar, por força do artigo 149 da C.F., além daquelas mencionadas no parágrafo 4º do artigo 195.

 

Não equaciona, outrossim, o problema dos estados, não havendo, fora as linhas gerais do projeto, textos capazes sequer de sinalizar um roteiro para a aplicação do novo ICMS, dos seus fundos de desenvolvimento e equalização ou do funcionamento do ‘Confazão’, que obrigará todos os estados a terem a mesma regulamentação, não feita por legisladores, mas por funcionários das secretarias dos estados do país. É que, por mais abrangente que venha a ser a lei complementar, será sempre insuficiente para efeitos de regulamentação.

 

Sofre, o projeto, se não bastasse, a pressão de muitos estados, que são contrários à reforma neste momento. O governo deve pensar em sair da crise, que é grande, e para a qual ainda não conseguiu definir um plano estratégico capaz de minimizar os seus efeitos. Não desesperadamente, sem textos, projetos ou propostas regulamentadoras, insistir numa reforma que, em tese sendo para simplificar, tem mais dispositivos constitucionais do que todos os sistemas constitucionais tributários de todos os países civilizados ou emergentes da atualidade. Se aprovada, sua implantação seria extremamente complexa.

 

Poder-se-ia ter eliminado o imposto sobre grandes fortunas. Trata-se de tributo ideológico – cadáver tributário em outros países – em face do viés governamental de retirar dos contribuintes que geram desenvolvimento, parte do que lhes tenha sobrado, após a enxurrada de tributos sobre a renda, patrimônio e circulação de bens e serviços.

 

A melhor forma de afastar-se a poupança e o investimento é um tributo com este perfil, que está sendo abandonado em todos os países que o adotaram. Até mesmo na França há movimentos para aboli-lo, como se percebe de estudos de autoria de Rogério Gandra da Silva Martins, Soraya David Monteiro Locatelli, Fátima Fernandes Rodrigues de Souza e Patrícia Fernandes de Souza Garcia, que integram livro coordenado por Paulo Rabello de Castro, meu filho Rogério e por mim (Tributos no Brasil: Auge, declínio e reforma, FECOMERCIO, 2008).

 

Conseguiu, todavia, o deputado Sandro Mabel colocar no anteprojeto a formulação de um Código de Defesa do Contribuinte, assim como um teto para evitar o aumento da carga tributária, além de outros limites ao poder impositivo.

 

Pessoalmente, por ser contra mais um imposto circulatório – passariam a ser quatro (ICMS, IPI, ISS e IVA Federal) – e a reformulação proposta para o ICMS, gostaria que a reforma fosse aprovada SÓ NOS ASPECTOS POSITIVOS PROPOSTOS pelo deputado Sandro Mabel.

De onde vem o dinheiro?

De onde vem o dinheiro?

 

9 de Novembro de 2008

http://coturnonoturno.blogspot.com/2008/11/de-onde-vem-o-dinheiro.html

 

"Na última quarta-feira, a PF vasculhou 5 endereços de Protógenes Queiroz: dois imóveis no Rio - Jardim Botânico e Meyer - um na Praia das Astúrias, Guarujá (SP), um apartamento em Brasília, e o apartamento 2508 do Shelton Hotel, no centro de São Paulo, onde foram recolhidos 7 celulares do delegado."

 

O trecho acima é de matéria publicada no Estadão. Qualquer investigação deveria começar pelo óbvio: como é que um simples delegado da PF tem recursos para manter tantos imóveis e tantos celulares?

 

UM DOS COMENTÁRIOS:

 

Por Flávio Freire, no Globo:

O delegado Protógenes Queiroz, responsável pela Operação Satiagraha, atraiu funcionários da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para a investigação que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, com argumento de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha interesse pessoal no caso. No inquérito que apura o vazamento de informações na operação, há um depoimento do araponga da Abin Lúcio Fábio Godoy de Sá, lotado em Brasília. Ele diz ter ouvido de Protógenes que os agentes da Abin estavam sendo chamados para a Satiagraha “porque o próprio filho do presidente teria sido cooptado por essa organização criminosa, que também havia se infiltrado nos altos escalões da administração pública”.

FORÇA MILITAR: FORA DA ESPLANADA

FORÇA MILITAR: FORA DA ESPLANADA

 

Marco Aurélio Reis

O DIA,  03-11-08

 

Rio - A reestruturação das Forças Armadas, que com o Plano Estratégico de Defesa vai unificar os estados-maiores das Três Forças, prevê a saída dos comandos militares da Esplanada dos Ministérios. Só vai ficar na imponente avenida inaugurada pelo presidente Juscelino Kubitschek o Ministério da Defesa, que sairá muito fortalecido da reestruturação.

O primeiro a se mudar será o Exército. Para tanto, a Força recebeu, no último dia 23, crédito suplementar de R$ 22,6 milhões. O dinheiro será destinado à construção, recuperação, reparação, adequação e adaptação de instalações para a mudança de oito unidades militares para o Quartel-General do Exército, no Setor Militar Urbano, em Brasília.

 

Entre as organizações militares que mudarão de endereço em breve, estão os Comandos Militar do Planalto e da 11ª Região, hoje instalados na Esplanada.

 

O Exército é o primeiro das Forças a esvaziar o prédio no Centro da capital federal para agrupar as unidades em sua base, dando lugar a outras pastas do governo federal. Mesmo com a urgente necessidade de reaparelhamento, a Força Terrestre trabalha com o segundo maior contingenciamento — são R$ 520 milhões. O maior deles, no valor de R$ 660 milhões, é o da Aeronáutica, e o menor, de R$ 480 milhões, o da Marinha.

 

A esperança em dias melhores está concentrada fundamentalmente no Plano Estratégico – também conhecido como PAC da Defesa –, que deve ser apresentado pelos ministros Nelson Jobim e Mangabeira Unger, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, ainda neste mês, ao Conselho de Defesa Nacional, composto pelo presidente da República e seu vice, pelos presidentes do Senado e da Câmara Federal, além de ministros e dos comandantes das Três Forças.

Governo promove abortismo em prova do Enade

Governo promove abortismo em prova do Enade

 

O ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) é uma prova promovida pelo Ministério da Educação (ou Cemitério da Educação) para avaliar os alunos do ensino superior em todo o País. O governo federal usou a prova para fazer propaganda do aborto, fazendo do exame um instrumento de imposição ideológica. O aluno que não considerasse o aborto como um tema necessário à "inclusão das cidadãs" perderia um ponto na prova.

 

O desvirtuamento do ENADe em instrumento de imposição ideológica precisa ser denunciado. No final desta mensagem encontram-se correios eletrônicos de jornais e de parlamentares para quem você poderá enviar o seu protesto e cobrar providências do governo.

 

Rodrigo R. Pedroso

Membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB/SP


Governo promove abortismo em prova do Enade

 

O governo não perde nenhuma chance de promover o abortismo. Agora foi usada a prova do Enade (que substitui o velho Provão) aplicada hoje aos alunos de História de todo o país neste domingo.

Vejam a questão de número 4 da prova:

CIDADÃS DE SEGUNDA CLASSE?

As melhores leis a favor das mulheres de cada país-membro da União Européia estão sendo reunidas por especialistas. O objetivo é compor uma legislação continental capaz de contemplar temas que vão da contracepção à eqüidade salarial, da prostituição à aposentadoria. Contudo, uma legislação que assegure a inclusão das cidadãs deve contemplar outros temas, além dos citados.

São dois os temas mais específicos para essa legislação:
(A) aborto e violência doméstica
(B) cotas raciais e assédio moral
(C) educação moral e trabalho
(D) estupro e imigração clandestina
(E) liberdade de expressão e divórcio
--------------------------------------------
A resposta correta, segundo o governo, é, obviamente, a letra (A).

Ou seja, o governo espera que os alunos considerem que "uma legislação que assegure a inclusão social das cidadãs deve contemplar, entre outros temas, além dos citados", "aborto e violência doméstica".

Veja a prova aqui:
http://www.inep.gov.br/download/Enade2008_RNP/HISTORIA.pdf
O gabarito das respostas, aqui: http://www.inep.gov.br/download/Enade2008_RNP/GABARITO_HISTORIA.pdf

 

COMENTÁRIO DESTE SITE:

 

E se o aluno respondesse educação moral e trabalho - que talvez devesse ser a resposta mais lógica, se não se tratasse de uma pergunta ideológica? Porcaria de guerra feminista!

Confissões de um antigo maçom

Confissões de um antigo maçom

 

Permalink: http://www.zenit.org/article-19998?l=portuguese

 

Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica, revela segredos em «Eu fui maçom»

 

MADRI, quinta-feira, 6 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica durante 15 anos, revela segredos da Maçonaria em um livro recém-publicado por «Libroslibres», com o título «Yo fui mazón» («Eu fui maçom»).

 

Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e a influência na política desta organização secreta saem agora à luz, em particular as implicações do juramento que obriga a defender outros «irmãos» maçons.

 

O volume revela também a decisiva influência da Maçonaria na elaboração e aprovação de leis, como a do aborto na França, da qual ele, como médico, participou ativamente.

 

Caillet, nascido em Bordeaux (França) em 1933, especializado em Ginecologia e Urologia, praticou abortos e esterilizações antes e depois de obterem de amparo legal em seu país. Membro do Partido Socialista Francês, chegou a cargos de relevância na área da saúde pública.

 

– Quando você entrou oficialmente na Maçonaria?

 

– Maurice Caillet: No início de 1970 me convocaram para uma possível iniciação. Eu ignorava praticamente tudo acerca do que me esperava. Tinha 36 anos, era um homem livre e nunca me havia afiliado a sindicato nem partido político algum. Assim, pois, uma tarde, em uma discreta rua da cidade de Rennes, chamei à porta do templo, cuja frente estava adornada por uma esfinge de asas e um triângulo que rodeava um olho. Fui recebido por um homem que me disse: «Senhor, solicitou ser admitido entre nós. Sua decisão é definitiva? Você está disposto a submeter-se às provas? Se a resposta for positiva, siga-me». Fiz um gesto de acordo com a cabeça. Colocou-me então uma venda preta sobre os olhos, segurou-me pelo braço e me fez percorrer uma série de passarelas. Comecei a sentir certa inquietude, mas antes de poder formulá-la, ouvi como se fechava a porta detrás de nós...

 

– Em seu livro «Yo fui mazón», você explica que a maçonaria foi determinante na introdução do aborto livre na França em 1974.

 

– Maurice Caillet: A eleição de Valéry Giscard d'Estaing como presidente da República francesa em 1974 levou Jacques Chirac a ser eleito primeiro-ministro, tendo este como conselheiro pessoal Jean-Pierre Prouteau, Grão-Mestre do Grande Oriente da França, principal ramo maçom francês, de tendência laicista. No Ministério de Saúde colocou Simone Veil, jurista, antiga deportada de Auschwitz, que tinha como conselheiro o Dr. Pierre Simon, Grão-Mestre da Grande Loja da França, com o qual eu mantinha correspondência. Os políticos estavam bem rodeados pelos que chamávamos de nossos «Irmãos Três Pontos», e o projeto de lei sobre o aborto se elaborou com rapidez. Adotada pelo Conselho de Ministros no mês de novembro, a lei Veil foi votada em dezembro. Os deputados e senadores maçons de direitas e esquerdas votaram como um só homem!

 

– Você comenta que entre os maçons há obrigatoriedade de ajudar-se entre si. Ainda é assim?

 

– Maurice Caillet: Os «favores» são comuns na França. Certas lojas procuram ser virtuosas, mas o segredo que reina nestes círculos favorece a corrupção. Na Fraternal dos Altos Funcionários, por exemplo, negociam certas promoções, e na Fraternal de Construções e Obras Públicas distribuem os contratos, com conseqüências financeiras consideráveis.

 

– Você se beneficiou destes favores? 

 

– Maurice Caillet: Sim. O Tribunal de Apelação presidido por um «irmão» se pronunciou sobre meu divórcio ordenando custos compartilhados, ao invés de dirigir todos a mim, e reduziu a pensão alimentícia à ajuda que devia prestar a meus filhos. Algum tempo depois, após ter um conflito com meus três sócios da clínica, outro «irmão maçom», Jean, diretor da Caixa do Seguro Social, ao ficar sabendo deste conflito, me propôs assumir a direção do Centro de Exames de Saúde de Rennes. 

 

– O abandono da maçonaria afetou sua carreira profissional?/

 

– Maurice Caillet: Desde então não encontrei trabalho em nenhuma administração pública ou semi-pública, apesar de meu rico currículo

 

– Em algum momento você recebeu ameaças de morte?

 

– Maurice Caillet: Após ser despedido de meu cargo na administração e começar a lutar contra esta decisão arbitrária, recebi a visita de um «irmão» da Grande Loja da França, catedrático e secretário regional da Força Operária, que me disse com a maior frieza que se eu recorresse à magistratura trabalhista eu «colocaria em perigo minha vida» e ele não poderia fazer nada para proteger-me. Nunca imaginei que poderia estar ameaçado de morte por conhecidos e honoráveis maçons de nossa cidade.

 

– Você era membro do Partido Socialista e conhecia muitos de seus «irmãos» que se dedicavam à política. Poderia me dizer quantos maçons houve no governo de Mitterrand?

 

– Maurice Caillet. Doze. 

 

– E no atual, de Sarkozy? 

 

– Maurice Caillet: Dois. 

 

– Para um ignorante como eu, poderia dizer quais são os princípios da maçonaria?

 

– Maurice Caillet: A maçonaria, em todas as suas obediências, propõe uma filosofia humanista, preocupada antes de tudo pelo homem e consagrada à busca da verdade, ainda afirmando que esta é inacessível. Rejeita todo dogma e sustenta o relativismo, que coloca todas as religiões em um mesmo nível, enquanto desde 1723, nas Constituições de Anderson, ela erige a si mesma a um nível superior, como «centro de união». Daí se deduz um relativismo moral: nenhuma norma moral tem em si mesma uma origem divina e, em conseqüência, definitiva, intangível. Sua moral evolui em função do consenso das sociedades. 

 

– E como Deus se encaixa na maçonaria?

 

– Maurice Caillet: Para um maçom, o próprio conceito de Deus é especial, e isso se menciona, como nas obediências chamadas espiritualistas. No melhor dos casos, é o Grande Arquiteto do Universo, um Deus abstrato, mas somente uma espécie de «Criador-mestre relojoeiro», como o chama o pastor Désaguliers, um dos fundadores da maçonaria especulativa. A este Grande Arquiteto se reza, se me permite a expressão, para que não intervenha nos assuntos dos homens, e nem sequer é citado nas Constituições de Anderson. 

 

– E o conceito de salvação? 

 

– Maurice Caillet: Como tal, não existe na maçonaria, salvo no plano terreno: é o elitismo das sucessivas iniciações, ainda que estas possam considerar-se pertencentes ao âmbito do animismo, segundo René Guenon, grande iniciado, e Mircea Eliade, grande especialista em religiões. É também a busca de um bem que não se especifica em nenhuma parte, já que a moral evolui na sinceridade, a qual, como todos sabemos, não é sinônimo de verdade.

 

– Qual é a relação da maçonaria com as religiões?

 

– Maurice Caillet: É muito ambígua. Em princípio, os maçons proclamam com firmeza uma tolerância especial para com todas as crenças e ideologias, com um gosto muito marcado pelo sincretismo, ou seja, uma coordenação pouco coerente das diferentes doutrinas espirituais: é a eterna gnose, subversão da fé verdadeira. Por outra parte, a vida das lojas, que foi minha durante 15 anos, revela uma animosidade particular contra a autoridade papal e contra os dogmas da Igreja Católica.

 

– Como começou seu descobrimento de Cristo?

 

– Maurice Caillet: Eu era racionalista, maçom e ateu. Tampouco estava batizado, mas minha mulher Claude estava doente e decidimos ir a Lourdes. Enquanto ela estava nas piscinas, o frio me obrigava a refugiar-me na Cripta, onde assisti, com interesse, à primeira missa de minha vida. Quando o padre, ao ler o Evangelho, disse: "Pedi e vos será dado: buscai e achareis; chamai e se vos abrirá", aconteceu um choque tremendo em mim porque esta frase eu ouvi no dia de minha iniciação no grau de Aprendiz e a costumava repetir quando, já Venerável, iniciava os profanos. No silêncio posterior – pois não havia homilia – ouvi claramente uma voz que me dizia: "Pedes a cura de Claude. Mas o que ofereces?". Instantaneamente, e seguro de ter sido interpelado pelo próprio Deus, só tinha a mim mesmo para oferecer. No final da missa, fui à sacristia e pedi imediatamente o batismo ao padre. Este, estupefato quando lhe confessei minha pertença maçônica e minhas práticas ocultistas, me disse que fosse ver o arcebispo de Rennes. Esse foi o início de meu itinerário espiritual.

APRESENTADORA É VÍTIMA DA LEI SECA

APRESENTADORA É VÍTIMA DA LEI SECA 

 

A jornalista e apresentadora do DFTV (meio-dia) da Rede Globo, Fernanda de Bretanha foi autuada, no último dia 5 de outubro, na 5ª DP, depois de ter sido flagrada numa blitz dirigindo com teor alcoólico acima do permitido por Lei – que é praticamente de zero. Há quem diga que a apresentadora estivesse tão embriagada que mal teria conseguido prestar depoimento e que, na DP, teria se comportado de maneira inadequada.

 

Eu não acredito. E não acredito porque, entre outras coisas, conheço Fernanda de uma academia bem simples dessas de clubes de vizinhança de Brasília, na qual nós duas fazemos exercícios na bicicleta ergométrica. Fernanda é disciplinada – vai à academia pela manhã, por volta das 8 horas. Eu não sou e costumo ir muito mais à noite, quando vou... Ela é uma pessoa simples e educada. Acredito que tenha sido mais uma das tantas vítimas da aplicação desta Lei absurda que não permite que pessoas normais e de bem bebam sequer um copo de chope ou uma taça de vinho e que dirijam seus carros, normalmente, de volta para casa.

 

Não há nenhuma notícia de que a apresentadora tenha sido demitida do cargo, nem do de apresentadora, nem do de produtora executiva do DFTV da Globo, apesar de não ter retornado ao vídeo depois do episódio. Não acho mesmo que tenha que ser demitida. Mas, o fato é que a TV Globo deveria informar melhor seus telespectadores sobre essa Lei ditatorial que se aplicou indiscriminadamente a todos os brasileiros, ao invés de ficar defendendo o indefensável com argumentos de gente ignorante. Todo cidadão bem informado sabe perfeitamente que a Lei que já existia era extremamente eficiente SE FOSSE APLICADA e se TIVESSE HAVIDO FISCALIZAÇÃO por parte dos agentes legais. O negócio é que AGORA, esse pessoal da fiscalização tem um AGENTE MOTIVADOR que a Lei anterior não assegurava: a COBRANÇA DE MULTA ALTÍSSIMA E DE FIANÇA sobre os cidadãos de bem que são criminalizados, em flagrante inconstitucionalidade, por estarem dirigindo seus automóveis depois de terem bebido um simples chope!!!!

 

Mas, como se poderá observar no vídeo abaixo, a emissora não desiste de sua posição emburrecedora:

Paes aliado a Lula e Gabeira aos LGBT

Paes aliado a Lula e Gabeira aos LGBT - o RJ bem servido de candidatos...

 

Paes a Lula: Exagerei...

 

Fernando Molica

 

Rio - No almoço de terça, na Base Aérea de Santa Cruz, Eduardo Paes disse ao presidente Lula que exagerou nas críticas feitas na época do Mensalão — o candidato do PMDB ao governo era deputado pelo PSDB e chegou a chamar Lula de “chefe da quadrilha”.

 

Ao lado de Sérgio Cabral, Paes afirmou que errou ao ter, principalmente, insistido em investigar supostas irregularidades que teriam beneficiado Fábio Luís, filho de Lula. Concluiu que não deveria ter incluído a família do presidente em uma disputa política.

O SAPO LOURO

 

Lula saiu do almoço menos resistente a Paes, disposto a engolir o sapo, mas continua com um problema: como o Informe revelou no domingo, a primeira-dama, Marisa Letícia, não perdoa as críticas ao filho.

 

E AGORA, LUIZ?

 

O presidente quer encontrar um jeito de demonstrar algum apoio a Paes e garantir a aliança com Sérgio Cabral. Mas teme criar um baita problema doméstico.

 

Paes pediu desculpa a Lula por ataques na CPI

 

De Gerson Camarotti

 

O candidato do PMDB à prefeitura do Rio, Eduardo Paes, disse ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que errou ao fazer ataques pessoais ao petista em 2005, quando integrava a CPI dos Correios. Na ocasião, Paes era deputado da bancada do PSDB e se referiu ao presidente, entre vários outros oposicionistas, como "o chefe da quadrilha", numa referência ao esquema do mensalão. Na conversa com Lula — intermediada pelo governador Sérgio Cabral e que ocorreu na Base Aérea de Santa Cruz, na terça-feira —, Paes entregou uma carta com pedido de desculpas à primeira-dama, dona Marisa Letícia.

 

Na carta, Paes também pede desculpas por ter atacado pessoalmente o filho de Lula, o empresário e biólogo Fábio Luiz Lula da Silva. Na época da CPI dos Correios, Paes pôs sob suspeita o aporte de R$ 5 milhões feito pela companhia telefônica Telemar na empresa Gamecorp, do filho do presidente, e defendeu a investigação.

 

Paes foi um dos parlamentares de oposição que pressionaram para que o relatório final da CPI dos Correios responsabilizasse o presidente Lula pelo esquema do mensalão e também citasse seu filho Fábio Luiz e a Gamecorp — o que acabou ficando fora do texto.

 

Gabeira assina carta contra a homofobia

Na Folha:

O candidato do PV à Prefeitura do Rio, Fernando Gabeira, assinou ontem Carta Compromisso por um Rio sem Homofobia, elaborada pelos organizadores da 13ª Parada do Orgulho LGBT Rio (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). O evento foi realizado na tarde de ontem na avenida Atlântica, em Copacabana (zona sul).

Segundo o documento, o candidato se compromete, entre outras coisas, a criar, no primeiro ano de governo, uma Coordenadoria de Defesa, Promoção e Garantia de Direitos LGBT e uma unidade de execução de políticas públicas específicas para a comunidade.

Gabeira disse ainda que "a prefeitura reconhecerá a união civil de pessoas do mesmo sexo para efeitos de pagamento de pensão e benefícios decorrentes" aos servidores do município. Prometeu também dar prosseguimento ao projeto Damas, de apoio à inserção de travestis no mercado de trabalho. Gabeira assinou o documento, mas não participou da parada.
 

Marcha da Maconha pode custar R$ 53 mil a Gabeira

 

Jan Theophilo

 

Rio - A Marcha da Maconha pode custar R$ 53 mil a Fernando Gabeira, informa a coluna Informe do Dia, do jornal O Dia, nesta sexta-feira. É que os organizadores querem distribuir máscaras com a cara de Gabeira como fizeram ano passado. Só que dessa vez, ele é candidato. E a distribuição, para o TRE, é propaganda irregular.

 

As máscaras são usadas por adeptos da legalização da maconha que não desejam se identificar. Além de Gabeira, o site oficial do movimento inclui máscaras nos "modelos" Luana Piovani, Chico Buarque, Bezerra da Silva, Sérgio Cabral, Gilberto Gil e Marcelo D2.

 

A Marcha ocorrerá em vários lugares do país no dia 4 de maio (domingo). No Rio, a manifestação será no Arpoador, às 14h.

 

 


Cem por CENTO! O Brasil quer a receita

Cem por CENTO!


O Brasil quer a receita

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/post.asp?t=o_brasil_quer_receita&cod_Post=130942&a=431

Em duas cidades do estado de São Paulo, Avaré e Osvaldo Cruz, o prefeito foi eleito com 100% dos votos.


Vou repetir: o prefeito foi eleito com 100% dos votos. Ninguém votou no adversário, nem ele nem a mãe dele.


Em oito cidades do Estado do Rio, o prefeito foi eleito com 100% dos votos.


Vou repetir: o prefeito de oito cidades fluminenses foi eleito com 100% dos votos.


São os seguintes os municípios onde o milagre aconteceu: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cantagalo, Macuco, Porto Real, Santo Antônio de Pádua, São Sebastião do Alto e Tanguá.


Como será que suas excelências conseguiram este milagre? O Brasil inteiro quer saber.

INDENIZAÇÃO PARA GREVISTAS

INDENIZAÇÃO PARA GREVISTAS

 

6/10/2008

 

"A comissão de Anistia do Ministério da Justiça determinou na ultima quinta-feira, anistia para 33 funcionários da GMB que foram demitidos apos uma greve em 1985. Os anistiados receberão valores entre R$ 98.852,00 e R$ 427.000,00, de acordo com a função que desempenhavam a época, a titulo de indenização.


Alem da indenização, a comissão determinou o pagamento vitalício de um valor mensal a titulo de anistia que varia de R$ 766,00 a R$ 3.332,00. Os valores serão pagos pelo governo federal." Portanto quem paga somos todos nos. O cabeça do movimento da época, "o Mancha" alem de criminoso, é hoje presidente do sindicato!!!

Isto define bem a postura da Comissão de anistia e a época que vivemos. Indenização deveriam receber os que ficaram em cárcere privado. Esta noticia saiu em pagina inteira. Portanto um belo exemplo do que é justiça neste nosso pais. Mais um assalto aos cofres públicos na era do crime organizado, digo, na era do petismo-lulismo.


No final o texto constitucional e a Lei de Anistia - cuja previsão para concessão de anistia é ter sido ATINGIDO, EM DECORRÊNCIA DE MOTIVAÇÃO POLÍTICA, POR ATOS DE EXCEÇÃO, INSTITUCIONAIS ou COMPLEMENTARES. PORTANTO - mais uma descarada e escandalosa fraude - noticiada pela Mara; da simples anistia - temos o MAIOR ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS na história da civilização, muito bem fundado no princípio esquerdizóide da corrupção sistêmica. Mas OS QUE TÊM VERGONHA NA CARA SABEM QUE Vivemos o mais sórdido e triste período da vida nacional, pela corrupção de dimensão tsunâmica e degradação das instituições com o objetivo de corroer a base moral da atual e futura geração. E, QUEM DEFENDE TAL ESTADO DE COISAS - se, não faz parte da societas sceleris - é devoto transformado em eunuco político, e assim está FELIZ com a situação, ouvindo encantado o discurso panglossiano do chefe dos chefes.

LuLLa confraterniza com acusado de corrupção e pedofilia

LuLLa confraterniza com acusado de corrupção e pedofilia

 

BLOG DO NOBLAT

O GLOBO

07 de outubro de 2.008

 

É razoável que um presidente da República prestigie um prefeito acusado de corrupção e de pedofilia? Se esse presidente se chama Lula, e desfruta e elevado grau de popularidade, é possível, sim.

 

Foi o que ocorreu ontem. Depois de inaugurar em Manaus Feira da Amazônia, evento promovido pela Superintendência da Zona Franca da Amazônia, Lula visitou Coari, distante dali 363 quilômetros.

 

Em 20 de maio último, a Polícia Federal detonou a Operação Vorax para desmantelar a quadrilha que assaltava os cofres públicos de Coari. Foram expedidos 48 mandados de busca e apreensão e 23 de prisão. Os alvos preferenciais da Polícia Federal: a Comissão de Licitações, a Secretaria de Finanças, o Gabinete do prefeito, a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Obras.

 

A operação explodiu também uma rede de exploração sexual de menores.

 

Do vice-prefeito para baixo foram presas 17 pessoas. Adail Pinheiro (PMDB), o prefeito, só não foi preso porque o Tribunal  Regional Federal da 1a. Região recusou o pedido da Polícia Federal. Mas caiu em desgraça política desde então. Mais ainda quando se tornaram públicas gravações onde um assessor dele diz a certa altura de uma conversa:

 

Adail, estou aqui com duas jornalistas [era como os dois se referiam a menores prostitutas) do teu calibre 1.5 , 1.6 [15 e 16 anos de idade].

 

Pois Lula confraternizou com Adail (foto acima) em praça pública. Apesar dos protestos de parte dos moradores da cidade, chamou Adail de "companheiro". E disse que se fosse convidado pelo prefeito dormiria na cidade "com muito prazer". Não dormiu. Voltou a Manaus na companhia do governador Eduardo Braga (PMDB).

O PT do Amazonas está furioso com Lula. O jornal A Crítica, o mais importante do Estado, manifestou seu espanto na capa da edição de hoje (veja abaixo).

 

Em junho último, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia requereu cópia dos autos produzidos pela Operação Vorax que apontou o envolvimento de Adail Pinheiro e de outras 31 pessoas em crimes como aliciamento de menores e favorecimento à prostituição, além de peculato, formação de quadrilha e sonegação fiscal.

Líderes de oposição levantam suspeitas sobre defesa do terceiro mandato para Lula

Líderes de oposição levantam suspeitas sobre defesa do terceiro mandato para Lula

 

O Globo Online

Isabel Braga

14/10/2008

 

A iniciativa de uma funcionária da liderança do governo na Câmara, chamada Aquina Brose, de solicitar ao Centro de Documentação e Informação da Câmara (Cedi) um estudo sobre "a possibilidade jurídica da convocação de uma Constituinte exclusiva" causou polêmica nesta segunda-feira no Congresso.

 

Líderes de oposição reagiram com desconfiança à notícia, divulgada pela Rádio CBN, considerando que a convocação de Constituinte exclusiva para a reforma política, por exemplo, pode embutir o fantasma da defesa do terceiro mandato para o presidente Lula. A liderança do governo alegou que a consulta atende a um interesse específico da funcionária.

 

- Temos uma crise econômica e temos que nos preocupar com isso. Se for verdade (a consulta da liderança do governo), parece-me despropositado que o governo pretenda colocar no debate uma eventual Assembléia Constituinte. Nesse instante, cheira a uma idéia de permanecer no poder, de terceiro mandato - disse o líder do PPS, Fernando Coruja (SC).

 

O líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), também considerou a iniciativa inoportuna: Ou é cortina de fumaça para encobrir a falta de medidas mais fortes para minimizar os efeitos da crise econômica mundial no Brasil ou trapalhada golpista. Uma insanidade esse movimento neste momento.

 

A liderança do governo na Câmara se mobilizou para negar qualquer movimento para viabilizar a reforma política por meio de Constituinte. Na versão da liderança, Aquina pediu o estudo, na última quinta-feira, para fazer um trabalho da faculdade de direito que cursa em Brasília. Segundo a assessoria, o líder Henrique Fontana (PT-RS), é contra o terceiro mandato e não solicitou ao Cedi estudo algum.

 

A assessoria de Fontana chegou a distribuir um documento assinado pelo diretor do Cedi, Adolfo Furtado, negando qualquer solicitação institucional neste sentido. Distribuiu também o documento com a solicitação de Aquina ao Cedi. Além de pedir o estudo sobre a possibilidade de convocação da Constituinte exclusiva, a funcionária questiona "a utilização da revisão (da Constituição) no ordenamento jurídico".

 

As suspeitas sobre o pedido da funcionária, por parte de alguns oposicionistas, aumentaram porque, além de trabalhar na liderança do governo na Câmara, Aquina é mulher de Luiz Alberto dos Santos, que trabalha na Casa Civil. Ele é subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil. Aquina não quis falar ontem. Luiz Alberto disse que sua mulher solicitou a pesquisa para um trabalho acadêmico e que a Casa Civil não está trabalhando nesse assunto e nem mesmo nas sugestões sobre reforma política, que ficaram a cargo dos Ministérios da Justiça e de Relações Institucionais.

- Não estamos trabalhando nisso e, se estivéssemos, temos advogados e consultores e não precisaríamos pedir isso à liderança do governo na Câmara - disse Luiz Alberto.

 

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, também criticou a possibilidade de o governo defender uma revisão constitucional: se o governo estiver agindo dessa forma, os propósitos só podem ser os piores.

 

A convocação de uma constituinte exclusiva para discutir a reforma política é defendida pelo ministro Tarso Genro (Justiça). A diferença da constituinte para a revisão constitucional é que no primeiro caso é preciso eleger um novo Congresso para tratar exclusivamente do tema. Na segunda hipótese, a discussão é feita pelos atuais deputados e senadores.

 

O deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), defensor de um terceiro mandato para Lula, disse que ficou surpreso com a informação: "Numa constituinte pode-se tudo". Para ele, isso demonstra que agora o governo encampou a tese da revisão. "O PT quer destravar a reforma política e essa é uma das formas", disse o líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE).

Desastre eleitoral? Não. Captação de recursos (de mais ainda) para o Partidão...

Desastre eleitoral? Não. Captação de recursos (de mais ainda) para o Partidão...

 

O jornalista Pedro do Couto adverte, em sua coluna na Tribuna da Imprensa:

“Foi um verdadeiro desastre eleitoral a portaria do ministro Carlos Lupi estendendo a cobrança do imposto sindical ao funcionalismo público, seja ele federal, estadual ou municipal. São aproximadamente, de acordo com o IBGE, 5 milhões e 700 mil servidores que não eram, mas vão passar a ser descontados em um dia de trabalho por ano”. A medida do titular do Trabalho, se não for cancelada a tempo pelo presidente Lula, prejudicará nas urnas o governo do PT, atingindo também os partidos que se coligaram com o dos Trabalhadores para o pleito do próximo dia 26.

Ex-superintendente acusa Caixa de politizar gestão

Ex-superintendente acusa Caixa de politizar gestão

 

Fausto Macedo

 

Funcionário de carreira diz ter sofrido pressão de políticos do PT desde que se desfiliou do partido, em 2005; para instituição, remanejamento é técnico.

 

Dizendo-se "injustiçado e indignado", Miguel Sampaio Júnior - substituído dia 16 no cargo de superintendente regional da Caixa Econômica Federal no Vale do Paraíba (SP) - cobra "ética e transparência" da direção da instituição. Sampaio é um dos 15 nomes que a Caixa trocou de uma só vez em 7 Estados e no Distrito Federal. Funcionários da Caixa e colegas de Sampaio sustentam que ele e outros caíram para dar lugar a apadrinhados do PT. A instituição rebate a versão e alega que o remanejamento é rotineiro, de caráter "estritamente técnico e despolitizado".

 

A saída de Sampaio - 33 anos de carreira no banco, 12 como superintendente, há mais de 4 no Vale - abriu polêmica na Caixa depois que chegaram às mãos de quase todos os superintendentes regionais cópias de uma carta que ele enviou à presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, argumentando que não tem padrinhos políticos. Denuncia ter sofrido pressões de políticos do PT depois que se desligou do partido. A superintendência do Vale fica em São José dos Campos.

 

"Passado o período eleitoral, fui muito pressionado pelos prefeitos da região por conta do escândalo que envolvia o PT (mensalão) e, para preservar a Caixa do envolvimento político, me desliguei do partido no dia 29 de setembro de 2005", ele escreveu. "Comecei a sofrer pressões de deputados e vereadores do PT da região. Onde está a ética? A transparência? Não tenho padrinhos políticos (...) é condição fundamental para se fazer carreira na Caixa."

 

A queda de Sampaio foi sacramentada sexta feira, 13, quando, segundo diz, foi informado às 17h44, por telefone, pela direção do banco, que estava sendo afastado a partir do dia 16. Ele assegura que não chegou ao cargo "por indicação política e sim pela seleção realizada em 1995 através da Fundação Getúlio Vargas, por mérito". Diz que até meados de 2003 não se interessava em participar da política no Vale. "Após a vitória do Lula fui convidado pelo PT da região para compor uma frente e concorrer à Prefeitura de Guaratinguetá (SP)." Sampaio, que não foi eleito, afirma que políticos do PT queriam fazer uso político do banco. "As pressões aumentaram, chegando a ficar insustentável quando assinamos em junho convênio com a CDHU que beneficiava as famílias mais pobres, mas prejudicava as ambições políticas desse grupo, uma vez que a Prefeitura de São José dos Campos é administrada pelo PSDB."

EUA congelam bens de "líder" das Farc no Brasil

EUA congelam bens de "líder" das Farc no Brasil

 

Reuters

 

O governo dos Estados Unidos congelou os bens do colombiano Francisco Antonio Cadena Collazos, também conhecido como El Cura Camilo e Olivério Medina, que é apontado como "embaixador" das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil.

 

A decisão, segundo comunicado enviado nesta quarta-feira pela Embaixada dos EUA em Brasília, inclui ainda outras sete pessoas também acusadas de representar as Farc em outros países, como Venezuela e Nicarágua.

 

"(A decisão) congela todos os bens que as entidades e indivíduos designados possam ter sob jurisdição dos Estados Unidos e proíbe cidadãos dos EUA de realizar transações financeiras ou comerciais envolvendo esses bens", afirma a nota distribuída pela embaixada.

 

Em 2005, a Polícia Federal prendeu Collazos, que tinha contra si um pedido de extradição feito pela Colômbia. Ele é acusado pelo governo colombiano de ter participado de ataques feitos pelas Farc em 1991.

 

A Justiça brasileira, no entanto, negou o pedido e concedeu status de refugiado a Colazzos em 2006, após ele assinar carta se comprometendo a não colaborar com as Farc e a não realizar atividades políticas no país. Collazos vive no Brasil desde 1997. Tem mulher e filha brasileiras.

 

Em julho deste ano, após forças colombianas matarem Raúl Reyes, segundo homem na hierarquia das Farc, uma revista colombiana afirmou ter tido acesso a e-mails que estariam no computador de Reyes e que apontariam a ligação das Farc com integrantes do governo brasileiro, que negou as acusações.

INFLUENZA AINDA É NITROGLICERINA PURA!

ELEIÇÕES - ME ENGANA QUE EU GOSTO...

ELEIÇÕES - ME ENGANA QUE EU GOSTO...

 

Nas eleições deste domingo na cidade de São Paulo, quando Kassab estava com 35% dos votos válidos e Marta com 26%, "o sistema INTEIRO travou", ficando fora do ar durante 1 hora e meia e não registrando voto algum.

 

E então quando voltou ao ar, Kassab foi registrando votos vagarosamente enquanto Marta disparou, encostando em Kassab, resultando em menos de 1 ponto de diferença.

 

PURA COINCIDÊNCIA ??????

Me engana que eu gosto.........

 

Ana Prudente

O ano 2009 será o ANO DO CONSUMISMO. ALEGRE-SE!

NÃO SEI QUEM É AUTOR, MAS ACHEI SENSACIONAL!

O ano 2009 será o ANO DO CONSUMISMO. ALEGRE-SE!

 

Segundo os mais renomados especialistas em economia, marketing e tendencias do consumidor, o Ano de 2009 será o ano do....

 

C O N S U M I S M O

 

Pois você terá que ficar:

 

CON-SU-MISMO CARRO

CON-SU-MISMO SALÁRIO

CON-SU-MISMO IMÓVEL

CON-SU-MISMO VESTUARIO

CON-SU-MISMO PAR DE SAPATOS

E SOMENTE SE DEUS QUISER...

CON-SU-MISMO TRABALHO...

 

NÃO PODEMOS NOS QUEIXAR, NÃO É?!!!

 

E VIVA O CON-SU-MISMO, PORQUE NÃO TEM OUTRO JEITO!

 

Ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti é eleito prefeito

Ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti é eleito prefeito

 

Do G1, em São Paulo

 

O ex-presidente da câmara Severino Cavalcanti (PP) foi eleito neste domingo (5) prefeito da cidade pernambucana de João Alfredo, Com 8.632 votos (52,31% dos votos válidos), contra 7.869 (47,69%) do único rival, o tucano Sebastião dos Santos. A eleição de Severino ocorre três anos depois de ele ter renunciado, em 2005, ao cargo de deputado federal por Pernambuco,  para não ser cassado, sob acusação de ter cobrado propina do empresário Sebastião Buani, dono de um restaurante na Câmara. corrupção. Severino negou todas as acusações. Sete meses antes, ele havia sido eleito presidente da Casa, em uma manobra da oposição ao governo Lula. Nas eleições de 2006, ele não conseguiu se eleger para um novo mandato como deputado federal.

'Embaixador' das Farc Edson Antonio Albertão, vereador em Guarulhos, é um interlocutor da guerrilha colombiana no Brasil.

'Embaixador' das Farc Edson Antonio Albertão, vereador em Guarulhos, é um interlocutor da guerrilha colombiana no Brasil.

 

CARTA CAPITAL

19/09/2008
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=9&i=2166

 

"Já sei o que você quer saber: é sobre as Farc", adianta o ex-metalúrgico e professor de Educação Artística na rede estadual de ensino Edson Antonio Albertão, ao ver o repórter à sua frente, antes de o objetivo da visita ser explicitado. Na entrada da sala, cartazes e pôsteres das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia estão afixados nas paredes. Em outro canto, dezenas de fotografias em poses triunfalistas ao lado do comandante Raúl Reyes - o número 2 das Farc, morto em março - e de outros jovens guerrilheiros. "Como você vê, eu apóio as Farc clandestinamente", ironiza Albertão, 52 anos, ex-petista, vereador polêmico e candidato a prefeito pelo PSOL em Guarulhos.


Albertão é um visitante freqüente das áreas montanhosas da Colômbia dominadas pela guerrilha. Já fez rifas e camisetas para ajudar a organização, da qual se aproximou há dez anos. Se considera um "socialista revolucionário".


O candidato a prefeito rejeita o rótulo de representante ou "embaixador das Farc" no Brasil - título atribuído também ao padre Olivério Medina - e diz ser apenas um "amigo" dos camaradas guerrilheiros. "Sou um dos contatos que a guerrilha tem. Talvez o principal, o mais aberto, o mais público. Mas eu não represento as Farc. Elas não se fazem delegar. Se fazem representar por elas mesmas", explica.


Albertão tem sido responsável por importantes contatos políticos dos guerrilheiros. Era amigo de Raúl Reyes - "ele foi assassinado da forma mais cruel possível: enquanto dormia", lamenta - e foi portador até de uma carta da guerrilha endereçada ao presidente da República. "O Raúl me mandou entregar umas cartas a Lula. Eu disse que ia tentar. Voltei e pedi ao Suplicy (senador Eduardo Suplicy, do PT), que as encaminhasse. E o Suplicy entregou ao Frei Betto (ex-assessor da Presidência). Mas isso é uma coisa extremamente normal e corriqueira nas relações. A guerrilha estava parabenizando Lula pela eleição", justifica.


Ele considera "bobagens" as denúncias da revista colombiana Cambio de que a guerrilha mantém contatos com autoridades do governo brasileiro. "Contatos são feitos, de forma aberta. Eu pedi, por exemplo, ao Plínio de Arruda Sampaio (ex-deputado petista, hoje no PSOL) para que me ajudasse a intermediar uma conversa com o Itamaraty no sentido de não espetacularizar a concessão de refúgio para o Medina quando ele estava preso", afirma. "Nesse período, tive contatos com deputados de direita e do PSDB. Falei com todo mundo." Crítico feroz do governo Uribe - "é um narcotraficante ligado ao paramilitarismo", ataca -, Albertão acha que as Farc não devem recuar. "Os guerrilheiros não podem depor as armas sob pena de serem assassinados pelo regime de Uribe. Como aconteceu na década de 1980 com o assassinato de milhares de militantes, após a declaração unilateral do cessar-fogo", relembra.

ESCÂNDALO FINANCEIRO DO PAN

ESCÂNDALO FINANCEIRO DO PAN

 

Fonte: Claudio Humberto

 

Diplomatas brasileiros nos Estados Unidos receberam informação de que o Comitê Olímpico de Chicago encomendou um minucioso dossiê sobre o escandaloso superfaturamento das obras dos Jogos Pan-americanos de 2007, no RJ, estimado em mais de 1.500%, pelo Tribunal de Contas da União. Chicago é rival do Rio de Janeiro na disputa para sediar as Olimpíadas de 2016. A suspeita de corrupção ganha destaque em todo o mundo. O TCU mostrou que só em verbas federais, a estimativa inicial era de gastos de R$ 95 milhões. Foram gastos R$ 1,8 bilhão, ou 1.589% a mais. Publicações especializadas como Sport Intern, da Alemanha, destacam o envolvimento de Carlos Nuzman, presidente do COB, no rombo do Pan.

Una senadora del PP acusa a Hugo Chávez de enviar toneladas de cocaína a España y a Zapatero de "callar" ante ello

Una senadora del PP acusa a Hugo Chávez de enviar toneladas de cocaína a España y a Zapatero de "callar" ante ello

 

MADRID, 1 Oct. (EUROPA PRESS)  

  

La senadora del Partido Popular María Teresa Cobaleda afirmó hoy que el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, "está mandando indiscriminadamente cocaína a nuestro país". También reprochó al jefe del Ejecutivo español, José Luis Rodríguez Zapatero, que "calle" ante esta práctica de su "muy amigo" Chávez.  

  

Durante la Comisión Mixta para el 'Estudio del Problema de la droga' del Senado, en la que compareció esta tarde el secretario de Estado de Seguridad, Antonio Camacho, la senadora 'popular' criticó que el mandatario venezolano "haga la vista gorda" cuando se envían "tantas y tantas" toneladas de cocaína a España.

  

Cobaleda argumentó que el 80 por ciento de la "ingente" cantidad de cocaína que llega a nuestro país procede de Venezuela. "Ese país gobernado por un aliado de Zapatero que es Hugo Chávez", apostilló.

  

Tras ello, la senadora 'popular' señaló que Chávez es el responsable de "dominar" las entradas y salidas de droga que se producen en las fronteras de su país, y sentenció: "Desde luego, buenos aliados tenemos cuando se pretende extorsionar a las empresas españolas asentadas en Venezuela y, sin embargo, hacen la vista gorda para mandar tantas y tantas toneladas de cocaína que llegan a nuestras fronteras y recorren todo nuestro territorio".

  

En cualquier caso, expresó su "sorpresa" por el hecho de que Zapatero "se ha callado y no ha dicho nada a su amigo Chávez" ante esta "grave" situación, y en este sentido vio lógico que el gobernante español se hubiera mostrado contrario al mandatario venezolano, que "está mandando indiscriminadamente cocaína a nuestro país".

  

Dicho esto, afirmó que los servicios antidroga europeos ya han mostrado sus quejas ante la falta de esfuerzo por parte de las autoridades venezolanas en la lucha contra el tráfico de este tipo de estupefacientes, y agregó que también el propio Gobierno de Estados Unidos las han criticado por "haber incumplido su compromiso internacional" en la erradicación de este tipo de delitos.

  

"Con estas grandes cantidades de cocaína que llegan a España, no es difícil que nos coloquemos a la cabeza de Europa de todo el narcotráfico", valoró la dirigente 'popular', para advertir que esta sustancia recorre con frecuencia "calles, oficinas, institutos, discotecas y bares", como, dijo, expone la Fundación de Ayuda contra la Drogadicción.

Advierten que Hugo Chávez es el "líder ideológico" de Hezbollah en la región

Advierten que Hugo Chávez es el "líder ideológico" de Hezbollah en la región

 

29 de Septiembre de 2008

 

http://www.infobae.com/contenidos/406181-100556-0-Advierten-que-Hugo-Ch%C3%A1vez-es-el-l%C3%ADder-ideol%C3%B3gico-Hezbollah-la-regi%C3%B3n

 

El rabino Sergio Bergman alertó por Radio 10 que el caudillo caribeño ofrece respaldo "político y financiero" para el grupo terrorista y acusó a D'Elía por ser uno de los referentes en el país. Hoy comienza el año nuevo judío.

 

El rabino Sergio Bergman advirtió esta mañana que el autócrata venezolano Hugo Chávez es el líder ideológico para la región del grupo terrorista islámico Hezbollah y denunció que el caudillo caribeño ofrece respaldo "político y financiero" a los extremistas.


En diálogo con el periodista Marcelo Longobardi, en el programa Cada Mañana de Radio 10, Bergman se refirió al estado de alerta en las entidades judías ante las reiteradas amenazas de Hezbollah.


En tal sentido lamentó que las instituciones de la comunidad judía sean calificadas como "objetivos" en la jerga de las fuerzas de seguridad y advirtió que "Hezbollah no solamente refuerza sus amenazas, sino que lo hace con el apoyo absoluto, financiero y político de la república islámica de Irán".


Asimismo, advirtió: "Irán tiene representaciones en Latinoamérica, haciendo cabecera en Venezuela con Chávez, como un líder ideológico que reafirma esta política de intimidar y también de alguna manera de financiarlos como hasta la triple frontera".


Luego, se refirió a la situación en la Argentina y acusó al piquetero Luis D'Elía de ser uno de los "claros referentes que reivindica a Irán" y participa del proselitismo.


El rabino recordó que luego de un pedido formal de la DAIA, a partir de hoy se incrementarán las medidas de seguridad en todas las instituciones judías ante las "amenazas explícitas de Hezbollah".


Año Nuevo Judío


El rabino recordó que hoy, con la aparición de la primera estrella, comenzará el Año Nuevo Judío, período en el que los integrantes de la comunidad realizarán un balance sobre sus acciones.


"Es la celebración de la creación y el balance del alma, donde todos como comunidad somos llamados a responder por nuestras acciones", detalló Bergman.

 

Guarulhos está localizada na região metropolitana de São Paulo (Grande São Paulo).

Prejuízos de Sadia e Aracruz mostram que crise aportou no Brasil

Prejuízos de Sadia e Aracruz mostram que crise aportou no Brasil

 

Por Marcelo Teixeira e Alberto Alerigi Jr.

26/09/2008

Reuters - SÃO PAULO

 

Duas grandes companhias brasileiras deram nesta sexta-feira o sinal de que a crise financeira com epicentro nos Estados Unidos pode causar mais estragos no Brasil do que muitos acreditavam.

 

A alta do dólar, que chegou a beirar os 18% em setembro, efeito colateral da crise, complicou as contas de algumas exportadoras brasileiras que mantinham, até então, posições no mercado de derivativos de câmbio destinadas inicialmente a reduzir o impacto de um movimento oposto: o da valorização do real.

 

A Sadia, uma das principais indústrias alimentícias brasileiras, com fortes vendas externas em carteira, reconheceu uma perda de R$ 760 milhões geradas principalmente por posições em contratos de futuros e opções cambiais. O diretor-financeiro foi demitido.

 

A Aracruz Celulose divulgou um comunicado informando que a exposição da companhia a instrumentos de derivativos foi "fortemente" afetada pelo dólar e que contratou uma empresa especializada para verificar o tamanho do estrago. O diretor financeiro pediu licença do cargo.

 

A resposta do mercado foi imediata. As ações PN (preferenciais) da Sadia desabaram 35,48%, enquanto as ON (ordinárias) caíram 16,76% nesta sexta-feira.

 

A situação, com a apreensão dos investidores sobre o que mais poderia estar acontecendo nas corporações brasileiras, influenciou negativamente a Bovespa e fez com que várias empresas divulgassem comunicados para informar que não possuem exposições pesadas a instrumentos financeiros.

 

Especialistas esperam por impactos nos resultados das companhias nos próximos dois trimestres.

 

"Os investidores estão certos em ficar preocupados. É um sinal amarelo. Vamos todos olhar para as empresas que têm mais operações internacionais e que costumam fazer operações com derivativos", afirmou Lucy Souza, presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) em São Paulo.

 

"Foi realmente uma surpresa, ninguém estava esperando", disse a analista do setor de papel e celulose na corretora Ativa, Mônica Araújo.

 

"Estamos fazendo um levantamento das empresas que são tradicionalmente exportadoras e com dívida e que poderiam estar sendo pressionadas com essa situação. A maioria está OK, mas esse trabalho tem que continuar", acrescentou.

 

Proteção de exportador

A Sadia reconheceu que as operações que foram realizadas pela diretoria financeira da companhia excederam o hedge (proteção) tradicional utilizado por muitos exportadores, que buscam reduzir a influência da flutuação da moeda nos seus resultados por meio de contratos de câmbio.

 

Há dúvidas no mercado sobre se muitas outras empresas também poderiam ter caído na tentação de buscar ganhos financeiros com derivativos cambiais, quando o ideal seria que apenas buscassem garantir o equilíbrio no lado operacional.

 

"A questão do derivativo é uma ferramenta interessante para hedge, mas ela mal empregada é como uma navalha na mão de criança", afirmou Carlos Daniel Coradi, diretor da empresa de análise Engenheiros Financeiros & Consultores.

 

"Pouca gente entende com profundidade e muitas empresas se iludem com as pseudovantagens de proteção dos ativos e passivos através de derivativos", acrescentou.

 

O diretor geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, Sérgio Mendes, afirmou que os casos de Sadia e Aracruz parecem configurar uma situação em que a empresa passou a apostar com o hedge, o que não pode ocorrer.

 

"O hedge existe para que a empresa preserve seus ganhos na operação normal. Não deve ser ferramenta especulativa", afirmou.

 

Impactos nos balanços

As notícias contaminaram as ações de muitas empresas brasileiras na Bovespa, com analistas preocupados se o problema poderia estar ocorrendo em mais companhias.

 

Os exportadores de carnes Marfrig e Minerva e a exportadora de açúcar e álcool Cosan enviaram comunicados ao mercado dizendo que não possuem operações alavancadas de derivativos e que suas operações em hedge estão alinhadas com o lado comercial, mas parece que o mercado está descrente.

 

Lucy Sousa disse que os analistas estavam, de forma geral, com uma visão otimista sobre a exposição de instituições financeiras do país à crise internacional. "(Mas) é uma nova preocupação que vem agora" a questão dos derivativos.

 

José Augusto de Castro, diretor da AEB (Associação de Exportadores do Brasil), disse que a mudança brusca do câmbio causou problemas para algumas empresas.

 

"Ninguém esperava que o câmbio ia mudar tanto em tão pouco tempo. A crise pode pesar nos balanços das empresas exportadoras nos próximos dois trimestres".

 

Mas segundo ele, cada caso é um caso e para algumas empresas a alta do dólar, apesar de impactar no hedge, pode melhorar o resultado devido ao lucro maior nas exportações.

 

Sérgio Mendes concorda. "Uma coisa poderá compensar a outra".

 

(Colaboraram Ray Colitt, em Brasília, Aluísio Alves e Elzio Barreto, em São Paulo)

 

(Edição Aluísio Alves)

 

"O dólar acabou", avalia Carlos Lessa

"O dólar acabou", avalia Carlos Lessa

 

Claudio Leal

Terra Magazine

 

Ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o economista Carlos Lessa nada na contra-corrente do comissariado federal: identifica riscos imediatos para a economia brasileira, com o agravamento da crise nos Estados Unidos.

 

Congressistas democratas e republicanos se reuniram ontem com o presidente dos EUA, George W. Bush, para discutir o pacote anticrise. Participaram do encontro os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain. A proposta do Tesouro americano prevê US$ 700 bilhões para a compra de títulos de risco. O acordo final ainda não foi fechado.

 

Para Lessa, "o dólar acabou" e seria preciso que um novo "Bretton Woods" estabelecesse novos parâmetros para a economia mundial. Em entrevista a Terra Magazine, expõe:

 

- Só tem um jeito. A Rússia já propôs, e a França também: reunir as potências do mundo e definir um novo acordo de Bretton Woods. O dólar acabou. Mas o problema é o seguinte: os Estados Unidos não vão deixar que o dólar acabe... O que os americanos vão tentar fazer é distribuir essa conta pelo mundo inteiro.

 

O economista demonstra segurança ao defender que "a crise está entrando no Brasil", apesar da tranqüilidade alardeada pela equipe do presidente Lula. O modelo de crescimento nacional, em sua opinião, está fundado em bolhas de crédito - e direciona a atenção aos créditos fáceis na venda de automotores. Faz outro diagnóstico:

 

- Pra você ter uma idéia: as empresas no Brasil tomam 10% do total de crédito de empresa no exterior. Só que os bancos do exterior pararam de emprestar. Por que o Banco Central reduziu os depósitos obrigatórios dos bancos? Sabe por quê? Para tentar gerar um espaço de crédito pra essas empresas que não têm mais crédito. Quem diria que um país tupiniquim, com doutor (Henrique) Meirelles todo-poderoso, pagando os mais altos juros do mundo, que tem US$ 207 bilhões na reserva, ia ter que fazer isso?

 

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, chegou a afirmar que os bancos brasileiros não tinham problema de liquidez. Adiante, um recuo. O BC anunciou anteontem a elevação da liquidez para bancos pequenos. Injeção de R$ 13,2 bilhões no mercado. Crítico da política monetária, Lessa elabora perguntas inquietantes:

 

1. "Não quero falar nada, mas quanto o Bradesco já perdeu? Quanto o Itaú já perdeu? Ninguém sabe. Eles não vão falar. Mas os bancos são encadeados uns com os outros."

2. "Como levaram o crescimento da economia brasileira? Pelo endividamento das famílias, não pelo investimento das empresas, não pelo investimento público."

 

Leia a entrevista:

 

Terra Magazine - O pacote de US$ 700 bilhões do governo Bush é um bom caminho para combater a crise? Como o senhor analisa esse plano emergencial?

 

Carlos Lessa - É preciso ter duas coisas em consideração. Primeiro, o poder norte-americano. Na história da humanidade, nunca houve uma sociedade tão poderosa quanto os Estados Unidos. É um poder militar, é um poder cultural enorme, mas a chave desse poder chama-se dólar, por uma razão muito simples: as reservas de todos os bancos centrais do mundo são lastreadas, predominantemente, em títulos do Tesouro norte-americano. Os Estados Unidos têm uma vantagem estratégica sobre qualquer outro País: o que ele emite, é dívida. Mas é a riqueza dos outros. Então, quem emite a riqueza, no caso os Estados Unidos, tem mais poder do que ter Forças Armadas.

 

Essa crise americana foi, na verdade, o jogo financeiro dos bancos americanos que, em última instância, debilitou profundamente o dólar. Ninguém sabe o tamanho do buraco. A informação que se tem é que são de US$ 14 trilhões as operações imobiliárias. Porém, ninguém sabe como é que isto foi, pela ginástica da alquimia financeira; derivativos em cima de derivativos - o derivativo pega um papel ruim e converte em papel bom -, derivando de tal maneira que vou dar a seguinte informação: o País mais conservador do mundo é a Suíça.

 

TM: Por quê?

 

Do ponto de vista financeiro, é o País mais conservador do mundo. É a pátria onde os bancos são dominantes. O maior banco suíço chama-se UBS. O UBS já perdeu US$ 40 bilhões com títulos de primeira classe norte-americanos. Quarenta bilhões. Bom, o que estou querendo dizer: todos os bancos do mundo estão interligados nessa porcaria que os americanos fizeram. As perdas, ninguém sabe quais são. A esperança do governo americano, obviamente, é que colocando esses US$ 700 bilhões, pára. Por um lado, teoricamente, isso seria ótimo. O que o governo americano vai fazer é chamar para si tudo que é podre. Mas o problema é que, nessas crises, apodrece até o que é bom.

 

TM: O economista Luiz Gonzaga Belluzo alertou para o risco de contaminar os bancos comerciais.

 

Luiz Gonzaga conhece profundamente isso. E já estão contaminados. Pra você ter uma idéia: as empresas no Brasil tomam 10% do total de crédito de empresa no exterior. Só que os bancos do exterior pararam de emprestar. Por que o Banco Central reduziu os depósitos obrigatórios dos bancos? Sabe por quê? Para tentar gerar um espaço de crédito pra essas empresas que não têm mais crédito. Quem diria que um país tupiniquim, com doutor (Henrique) Meirelles todo-poderoso, pagando os mais altos juros do mundo, que tem US$ 207 bilhões na reserva, ia ter que fazer isso?

 

TM: Conciliando com o discurso de que o País não está sendo afetado?

 

Só 10% do crédito de empresas do Brasil vêm de fora. Agora, o UBS, o maior banco suíço, já perdeu US$ 40 bilhões. Não quero falar nada, mas quanto o Bradesco já perdeu? Quanto o Itaú já perdeu? Ninguém sabe. Eles não vão falar. Mas os bancos são encadeados uns com os outros. O Lehman Brothers era o terceiro banco em tamanho nos Estados Unidos, o maior banco de investimentos. Maravilhoso, fortíssimo e tal. Pra fechar o caixa, tirou US$ 8 bilhões do depósito do Lehman na Inglaterra. Aí o Lehman da Inglaterra não pagou seus funcionários. Quatro mil funcionários passando fome porque não receberam o salário do mês. Uma bolha dessa, quando explode, distribui fragmentos para todos os lados. Ninguém fez uma avaliação desse tamanho.

 

TM: Então, como o senhor avalia...?

 

O que eu posso dizer é o seguinte: o tamanho do buraco é provavelmente muito maior do que foi anunciado até agora. Os bancos americanos já puseram US$ 1 trilhão. O FMI (Fundo Monetário Internacional) estimou as perdas em US$ 1,3 trilhão. E agora mais US$ 700 bilhões! Você já fez acampamento? Pois veja bem. Todo mundo que faz acampamento sabe que tem que abafar a fogueira. Como é que se abafa? Joga um cobertor em cima e apaga. Tira o oxigênio. Mas se você puser um cobertor menor que a fogueira, alimenta o fogo. Eles já puseram US$ 1,3 trilhão nos últimos quatro meses. E vão colocar US$ 700 bilhões. Acho que é cobertor curto. Como os bancos do mundo estão entendendo essa história? O desespero deles fazendo isso é porque a situação é muito séria. Se a situação é muito séria, não vou emprestar pra ninguém.

 

TM: Noutra entrevista, o senhor já tinha alertado também para a dissociação entre consumo e a renda real de uma pessoa, com a proliferação do crédito fácil. Qual é o risco para o País?

 

Certo. Chamei muita atenção de que o crescimento brasileiro, nos últimos dois anos, estava em cima de uma bolha de crédito. Vender carro sem pagamento à vista. O prazo de 90 prestações é o equivalente tupiniquim à bolha imobiliária americana. Se a crise bater no Brasil, os endividados vão fazer o quê? Parar de pagar. Os bancos vão fazer o quê? Executar e ficar dono dos carros? Vão fazer o que com os carros? A crise americana está se propagando pelo mundo inteiro. É só pra isso que estou chamando a atenção. E ninguém sabe o tamanho dela. A única coisa que se sabe é o seguinte: quanto mais ela avança, maior ela fica.

 

TM: O que deve ser proposto?

 

Só tem um jeito. A Rússia já propôs, e a França também: reunir as potências do mundo e definir um novo acordo de Bretton Woods (que estabeleceu, em 1944, as relações monetárias mundiais). O dólar acabou. Mas o problema é o seguinte: os Estados Unidos não vão deixar que o dólar acabe. Mas, objetivamente, o dólar acabou. O que os americanos vão tentar fazer é distribuir essa conta pelo mundo inteiro. Vai sobrar até para a Guatemala.

 

TM: Entre as propostas do democrata Barack Obama para apoiar esse novo pacote de Bush, está a de ajudar também os proprietários de imóveis, não só os detentores de hipotecas. O que o senhor acha dessa proposta?

 

Isso é o jogo eleitoral que ele está fazendo. Porque os americanos nunca vão deixar, não vão estar preocupados com os proprietários de imóveis. Eles vão estar preocupados é com os bancos. O proprietário de imóvel, que se endividou, azar! Vai ter que pagar ou perde o imóvel. Agora, os bancos, não recebendo, vão ficando podres. O dólar não está nos proprietários de imóveis. O dólar está nos bancos e no Tesouro americano. Niguém está se perguntando o seguinte: se os americanos vão emitir mais US$ 700 bilhões, são mais US$ 700 bilhões de dívidas do tesouro americano. Quem é que vai comprar?

 

TM: Quem o senhor sugere?

 

Vão tentar forçar o mundo inteiro a comprar. Vão jogar pra fora, vão jogar a crise pra fora. E o que o nosso Lula está dizendo? Que tá tudo bem, né? O que o (Guido) Mantega está dizendo? Metade do povo brasileiro é de classe média. O que é que dr. Meirelles não diz, mas faz? Continua a fazer o que sempre fez. A minha preocupação é que se tenha uma crise muito grande avançando, enquanto o governo faz um discurso que não tem nada a ver com o real.

 

TM: Não há uma dimensão humana por trás disso?

 

As pessoas não estão... Há seis dias, estive em Juiz de Fora, pra fazer uma conferência. Lá tenho muitos amigos. Sabe qual foi a informação que eu recolhi? A cidade tem 520 mil habitantes. Sabe quantos veículos automotores estão licenciados na municipalidade de Juiz de Fora? 140 mil.

 

TM: Uma proporção elevada.

 

Um para menos de quatro moradores. Se você pegar essa informação para Ribeirão Preto, Campinas, cidades próximas a São Paulo, vai encontrar uma proporção maior. Menos gente por carro. Como levaram o crescimento da economia brasileira? Pelo endividamento das famílias, não pelo investimento das empresas, não pelo investimento público. A única coisa que aconteceu foi o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Quando eu fui presidente do BNDES, o Lula me pediu pra fazer a lista dos projetos prioritários para o País. Fiz uma relação muito parecida com o PAC atual. Aliás, eu acho que eles partiram da lista que nós fizemos. Trabalhamos três meses com 50 pessoas. Detalhe: neste ano, só gastaram 40% do que foi programado. Você acha que vão continuar o PAC? E aí? Você acha os juros vão subir? Posso afirmar que vão, pois é a única coisa que o dr. Meirelles sabe fazer. Como os dólares estão saindo do Brasil, Meirelles vai empurrar os juros pra cima. Os empresários vão continuar a investir? Já anunciaram que estão paralisando. A crise está entrando no Brasil.

 

 

Piratas pedem US$ 20 milhões de resgate para cargueiro ucraniano

Piratas pedem US$ 20 milhões de resgate para cargueiro ucraniano

 

Da France Presse

 

MOGADISCIO, 28 Set 2008 (AFP) - Os piratas somalis que capturaram um cargueiro ucraniano com tanques e armamentos confirmaram neste domingo estarem cercados por vários navios de guerra estrangeiros e pediram um resgate de US$ 20 milhões, declarou à AFP seu porta-voz.

 

"Os tripulantes não estão feridos e estão em segurança. Pedimos 20 milhões de dólares, (13,6 milhões de euros) de resgate para liberar o cargueiro e as pessoas que estão a bordo", declarou Sugule Ali, porta-voz deste grupo de piratas, por telefone, à AFP.

 

"Não falta comida a bordo e todas as pessoas estão bem de saúde, e inclusive nós", afirmou.

 

O navio Faina, que levava a carga para o exército queniano, foi seqüestrado pelos piratas nas águas da Somália, quando ia para o porto de Mombasa (sudeste do Quênia) com 17 ucranianos, três russos e um letão

ESQUERDIZAÇÃO: O ATAQUE É MUNDIAL

ESQUERDIZAÇÃO: O ATAQUE É MUNDIAL

 

A revista portuguesa Sábado publicou, com destaque, em sua última edição, a matéria "COMO OS MANUAIS ESCOLARES DETURPAM FACTOS HISTÓRICOS". Lá também a esquerda internacionalista vai atuando sem parar...

 

Editorial


A História contada nas escolas

 

O comunismo foi positivo para a economia, o Exército Zapatista é um movimento social" e a globalização quer transformar o mundo num "vasto casino". Não é o programa do PCP, são os manuais escolares de História.

 

O Ministério da Educação está preocupado com a colocação dos professores e com as condições das escolas, com as reivindicações dos sindicatos e com as críticas da oposição, com as exigências da burocracia e com as notas dos alunos – está tão preocupado com todas estas coisas meritórias que parece que alguém se esqueceu de um pequeno, inocente e irrelevante detalhe: o que é que se ensina, exatamente, nas salas de aula?

 

A pergunta é simples e a resposta devia ser simples – mas é um pouco mais complicada do que parece. Nas aulas de História, por exemplo, devia ensinar-se História. Mas, como a SÁBADO percebeu esta semana (num artigo que pode ler a partir da página 56), o que se ensina é uma visão perturbadora, ideológica e falsa, absolutamente falsa, da História.

 

No manual Caminhos da História, para o 12.º ano, editado pela ASA, escreve-se: "Qualquer que seja o modo como se encare a filosofia comunista, a verdade é que devem ser-lhe creditadas realizações positivas na economia: uma acentuada melhoria dos métodos agrícolas e do rendimento do solo, expansão considerável da industrialização; introdução da planificação que tem, pelo menos, a vantagem de evitar a superprodução". Nem uma palavra sobre a fome nos campos soviéticos, sobre a escassez de produtos nas lojas e supermercados ou sobre a falta de capacidade de inovação económica dos países comunistas.

 

No mesmo livro, o Exército Zapatista mexicano é considerado um "movimento social" que defende o ambiente, a democracia e a justiça, esquecendo que se trata de um movimento de guerrilha num país democrático. Noutro manual, Cadernos de História, para o 9.º ano, da Texto Editores, o maoísmo é visto como "uma longa luta revolucionária apoiada, sobretudo, pelos camponeses", deixando para mais tarde a referência aos milhões de mortos provocados pelo regime de Mão. E há muito mais: a globalização vista como um incentivo a que o mundo se transforme "num vasto casino", a crise dos sindicatos como uma consequência do "egoísmo" de alguns trabalhadores, e etc., etc., etc.

 

O Ministério da Educação não tem que escolher todos os livros que cada aluno do País vai ler. E é bom que as escolas possam decidir que manuais pretendem adoptar. Mas, arranje-se a desculpa que se arranjar, livros escolares que falsificam a História não podem ser aprovados pelo Estado. Ou será que o Ministério também permitiria que as escolas escolhessem um manual que ensinasse que Hitler pretendia apenas um mundo mais harmonioso, que Pinochet afastou de forma pacífica alguns opositores e que Salazar era um homem bom que desconhecia as torturas da PIDE?

 

A Direcção.

11 SETEMBRO 2008

Visite e divulgue o www.escolasempartido.org

China irá interromper importação de minério da Vale, afirma jornal

China irá interromper importação de minério da Vale, afirma jornal

Giulia Santos Camillo

26/09/08

InfoMoney

 

SÃO PAULO - Não bastasse a pressão da crise financeira internacional nos mercados acionários, a perspectiva de que os problemas afetem a demanda por aço impacta também a parte operacional das empresas.


É nesse contexto que o Shanghai Daily, citando o China Securities Journal, afirma que a China irá interromper a importação de minério de ferro da Vale (VALE5) no curto prazo.


O jornal afirmou que a medida foi decidida em reunião entre o secretário-geral da Associação de Aço e Ferro da China, Shan Shanghua, e representantes de empresas dos setores de mineração e siderurgia do país, entre elas Baosteel, Benxi Steel Mining Company, Jinan Steel, Miyun Metallurgy Mining Company, Shougang Mining Company, Shunfeng Steel Mining Company e Wuhan Steel.


Demanda fraca e preços melhores


De acordo com as informações da mídia chinesa, a solução seria a substituição das importações de produtos brasileiros por minério de ferro produzido na própria China.

A justificativa da associação foi o enfraquecimento da demanda por aço no país e no mercado internacional, além das vantagens de qualidade e preço do produto interno, conforme explicado pelo periódico.


Culpa do pedido de reajuste?

 

Citando o jornal financeiro chinês, o Shanghai Daily afirmou ainda que esta é a segunda reunião desde que a Vale pediu o reajuste extra dos preços do minério, medida que violou as regras internacionais de negociação de preços do produto.


Procurada pela InfoMoney, a assessoria de imprensa da Vale não comentou o assunto.

SENSACIONAL! BANDA DE SUCESSO 'PAULERA'!

SENSACIONAL! BANDA DE SUCESSO 'PAULERA'!

GOSTARIA DE SAVER QUEM É O AUTOR, PARA COLOCAR OS MERECIDOS CRÉDITOS!!!!

LICENCIAMENTO DE OFICIAIS DO EXÉRCITO EM 2008

 
Somente no ano de 2008, 69 oficiais já pediram baixa do Exército - confiram o quadro abaixo. Isso é um mal sinal, senhores. Pior: pensam que estão indo para o setor privado? Não, a maioria vai para outros empregos públicos que pagam mais, embora, como todo mundo sabe, o empregador seja rigorosamente o mesmo e as funções, muitas vezes, de nível bastante inferior (em termos de produtividade e de nível intelectual).

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 01/2008, 4 de janeiro de 2008.

1 - Cap QEM 2 - 1º Ten QCO

3 - Cap QCO

4 - Cap Int

5 - Cap QEM

6 - 1º Ten QEM

7 - Maj QEM

8 - Cap Com

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 03/2008, 18 de janeiro de 2008.

9 - 1º Ten QEM

10 - Maj QMB

11 - Cap Com

12 - 1º Ten QEM

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 06/2008, 8 de fevereiro de 2008.

13 - Cap QCO

14 - Cap Art

15 Cap Art

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 09/2008, 29 de fevereiro de 2008.

16 - Cap Méd

17 - Cap QCO

18 - 1º Ten Med

19 - 1º Ten QEM

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 10/2008, 7 de março de 2008.

20 - 1º Ten QEM

21 - Cap QEM

22 - Maj Art

23 - Cap Med

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 11/2008, 14 de março de 2008.

24 - 1º Ten QCO

25 - 1º Ten QCO

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 12/2008, 19 de março de 2008.

26 - Cap Med

27 - 1º Ten QEM

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 13/2008, 28 de março de 2008.

28 - 1º Ten QEM

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 14/2008, 4 de abril de 2008.

29 - 1º Ten QCO

30 - 1º Ten Med

 

BOLETIM DO EXÉRCITO N º 16/2008, 18 de abril de 2008.

31 - 1º Ten QEM

 

Boletim do Exército n° 17, de 25 de abril de 2008.

32 - 1º Ten Com

 

Boletim do Exército n° 19, de 09 de maio de 2008.

33 - 1º Ten Med

 

Boletim do Exército n° 21, de 23 de maio de 2008

34 - 1º Ten QEM

 

Boletim do Exército no 22, de 30 de maio de 2008

35 - Cap QMB

36 - Cap Int

 

Boletim do Exército n° 23, de 6 de junho de 2008

37 - Cap QEM

 

Boletim do Exército n° 24, de 13 de junho de 2008

38 - 1º Ten Med

39 - 1º Ten QEM

 

Boletim do Exército no 28, de 11 de julho de 2008

40 - Cap QEM

41 - 1º Ten QEM

42 - Cap Int

43 - Cap QEM

 

Boletim do Exército no 29, de 18 de julho de 2008

44 - 1º Ten QCO

45 - Cap Med

46 - Cap Med

47 - 1º Ten Med

48 - Cap Med

 

Boletim do Exército no 30, de 25 de julho de 2008

49 - 1º Ten QEM

50 - 1º Ten Med

 

Boletim do Exército no 31, de 1o de agosto de 2008

51 - 1º Ten QEM

52 - Cap QEM

 

Boletim do Exército no 32, de 8 de agosto de 2008

53 - Cap QEM

 

Boletim do Exército no 33, de 15 de agosto de 2008

54 - 1º Ten QEM

55 - 1º Ten Int

 

Boletim do Exército no 34, de 22 de agosto de 2008

56 - Cap Int

57 - 1º Ten QCO

 

Boletim do Exército no 35, de 29 de agosto de 2008

58 - Cap QCO

 

Boletim do Exército no 36, de 5 de setembro de 2008

59 - 1º Ten QCO

60 - Cap Art

 

Boletim do Exército no 38, de 19 de setembro de 2008

61 - Cap QEM

62 - Cap QEM

63 - 1º Ten QCO

64 - 1º Ten QEM

65 - 1º Ten QEM

66 - 1º Ten QEM

67 - 1º Ten QEM

68 - 1º Ten QEM

69 - 1º Ten QEM  

Chávez incentiva Rússia a acelerar cooperação política, militar e econômica

Chávez incentiva Rússia a acelerar cooperação política, militar e econômica

 

26/09/08

 

Miguel Bas.

 

Orenburgo (Rússia), 26 set (EFE) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, estimulou hoje a Rússia a acelerar a cooperação nos âmbitos político, militar e econômico, pressionados tanto pela nova dinâmica geopolítica no mundo quanto pela crise financeira.

 

A rapidez marcou esta visita, a sétima que Chávez realiza à Rússia desde 2001, e a segunda em menos de três meses.

 

Poucos minutos após aterrissar em Orenburgo, Medvedev recebeu o presidente venezuelano na sede do Governo regional, um edifício da época stalinista que serve de pano de fundo para a enorme estátua de Lênin que continua coroando a praça central.

 

"Querido Hugo". Foi com estas palavras que Medvedev iniciou a reunião de pouco mais de uma hora, após a qual seu hóspede, sem falar com a imprensa, seguiu rapidamente ao aeroporto para não se atrasar para o encontro, em Paris, com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

 

Quase da mesma forma, o presidente venezuelano - que nesta visita de menos de 24 horas se reuniu na quinta, em Moscou, com o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, e hoje com Medvedev - pressionou ambos a estreitarem a cooperação política, militar e econômica.

 

Na quinta-feira à noite, durante reunião com Putin, Chávez recorreu a uma frase do libertador Simón Bolivar: "O mundo avançará muito rápido. Se nossos países não avançarem da mesma forma, simplesmente vão afundar. Nossa dinâmica nos permitirá, ao contrário, subir à superfície".

 

Hoje, diante de Medvedev, voltou a insistir em que "o mundo gira mais rapidamente".

 

"Estamos diante de uma nova dinâmica geopolítica e, por isso, andamos rápido", disse Chávez no início da reunião de aproximadamente uma hora realizada com Medvedev nesta cidade, ao sul dos montes Urais, fronteira com o Cazaquistão.

 

Nesta nova situação, marcada pela crise do Cáucaso, na qual o presidente venezuelano reiterou seu "modesto, mas pleno apoio moral à Rússia", ambas as partes se agradeceram mutuamente pela recente visita à Venezuela de bombardeiros estratégicos supersônicos russos Tu-160 ("Blackjack").

 

"Embora ao norte (em alusão aos Estados Unidos) digam que são aviões velhos, ficamos maravilhados com a tecnologia dos Tu-160", disse Chávez.

 

Os dois presidentes também lembraram os inéditos exercícios navais conjuntos que os dois países se propõem a realizar no Caribe no final de novembro.

 

Com esse objetivo, um grupo de navios russos, liderados pela embarcação insígnia da Marinha, o grande cruzeiro nuclear "Piotr Veliki", navega em direção à Venezuela.

 

Putin antecipou ontem à noite a disposição da Rússia de promover a cooperação militar com a Venezuela, que, a partir de 2005, superou US$ 4,4 bilhões e que foi reforçada agora com um crédito russo de US$ 1 bilhão para a aquisição de armamento.

 

No marco de 12 contratos, a Rússia já forneceu para a Venezuela 24 aviões caças-bombardeiros, 50 helicópteros e outro material de guerra, enquanto o presidente venezuelano não esconde seu interesse por sistemas antiaéreos, carros de combate e submarinos.

 

Outra razão para acelerar a cooperação é a "brutal crise financeira nos EUA e em outros lugares do mundo", segundo Chávez.

 

Rússia e Venezuela elaboraram mecanismos que lhes permitem não serem "impactados por essa crise", acrescentou.

 

"Acho que, felizmente, estamos à frente da crise. Avancemos, presidente, e (a crise) não vai nos alcançar", disse Chávez.

 

O comércio entre os dois países dobrou no ano passado e alcançou US$ 1,129 bilhão, segundo a Rússia, que, ao contrário da Venezuela, inclui neste número a cooperação militar.

 

Hoje, as partes apresentaram dois memorandos de entendimento sobre esta cooperação.

 

O presidente da empresa russa Gazprom, Alexei Miller, e o ministro da Energia e Petróleo da Venezuela, Rafael Ramírez, assinaram um memorando de identificação de oportunidades de negócio entre a Gazprom Latin America e a Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA).

 

Também na presença de Medvedev e Chávez, o ministro da Energia da Rússia, Sergey Shmatko, e Ramírez assinaram um memorando de entendimento para "proceder a elaboração de um convênio complementar especial".

 

A sensacional proposta de Putin de ajudar a Venezuela no desenvolvimento da energia nuclear e a idéia que Chávez proclama com insistência de criar um banco conjunto ficaram para outra ocasião, talvez para a próxima visita de Medvedev à Venezuela, que poderá acontecer já em novembro.

BIG BROTHER EM AÇÃO... VOCÊ NÃO CONSEGUIRÁ ESCAPAR...

BIG BROTHER EM AÇÃO... VOCÊ NÃO CONSEGUIRÁ ESCAPAR...

 

Receita Federal implantará em dois anos modelo em que contribuinte recebe o formulário já pronto, com valores

 

Estado de Minas

Sandra Kiefer

8/8/08

 

Os 24,2 milhões de contribuintes brasileiros não vão mais precisar quebrar a cabeça na hora de preencher a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física. No prazo máximo de dois anos, eles vão passar a receber o formulário já pronto, incluindo o valor do tributo a pagar ou a restituição a receber, seguindo o modelo já usual do temido fisco norte-americano e recentemente implantado no Chile.

 

O sistema será alimentado com informações fornecidas por seus parceiros comerciais, entre prestadores de serviço, imobiliárias e cartórios. Seu único trabalho será confirmar os dados ou fazer pequenas modificações, se necessário.

 

A novidade foi divulgada ontem por Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Embora a Receita Federal do Brasil tenha evitado se pronunciar sobre o assunto, o corpo técnico em Brasília participou esta semana da primeira reunião do ano para discutir o Imposto de Renda para 2009. A mudança virá já na gestão da nova secretária da Receita, Lina Vieira, que assumiu o posto quinta-feira passada.

 

Janir Adir Moreira, vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Tributário (Abradt), calcula que a medida trará uma redução substancial na malha fina. 'A Receita já monitora todos os passos do contribuinte brasileiro e não há mais como omitir uma informação de rendimento na declaração. Se ela já tem todos os dados nas mãos para fiscalizar, por que não ajudar o contribuinte?', observa. Ele acredita que o procedimento irá poupar trabalho ao contribuinte e não irá induzi-lo a erro, já que as informações serão em boa medida repassadas por ele próprio e em seguida conferidas antes de dar o OK.

 

Atualmente, o contribuinte ou o contador indicado por ele tem por hábito recuperar os dados lançados na declaração de IR do ano anterior e salvar no novo arquivo, acrescentando uma ou outra alteração. É diferente do que irá ocorrer no futuro, quando as informações serão fornecidas à Receita por terceiros. 'Quando o contribuinte compra uma casa na praia e registra em cartório, o cartório hoje já emite uma declaração que irá alimentar o banco de dados da Receita. O mesmo irá ocorrer ele prestou ou pagou por um serviço, comprou ou vendeu ações, ou trocou o carro', lembra Moreira. 'É uma via de mão dupla. Hoje quem já tem certificação ou assinatura digital no Brasil tem acesso a todos os dados da sua conta corrente fiscal. Ele consegue saber se alguém declarou qualquer valor a ele, afirma.

 

Crescimento econômico

Crescimento econômico


Ricardo Bergamini

Professor de economia

[email protected]

http://paginas.terra.com.br/noticias/ricardobergamini


A forma mais clássica e tradicional de se medir o crescimento econômico de um país é medir o crescimento de seu Produto Interno Bruto - PIB.


Em economia se demonstra que há uma relação direta entre o nível de investimentos (formação bruta de capital fixo - FBKF) de um país e o ritmo de crescimento de seu PIB.


Pode-se entender essa relação matemática de forma intuitiva: é só com o aumento da capacidade produtiva (mais fábricas, mais geração de energia, mais empregos) que se consegue obter um aumento sustentável na renda de um país.


Quando a capacidade produtiva de um país está sendo subutilizada, pode-se obter - mediante medidas governamentais de estímulo - por curtos períodos de tempo, um crescimento causado por uma melhor utilização da capacidade produtiva já existente. Mas esse crescimento de curto prazo, apelidado de vôo de galinha, não se sustenta se não for acompanhado, simultaneamente, por novos investimentos na produção.


Um dos países que mais tem crescido nas últimas décadas, de forma sustentada e é sempre olhado com inveja pelos demais, é a China, que manteve uma taxa de crescimento médio de seu PIB de 11,45% a.a. entre 1991 e 2003. No mesmo período o Mundo cresceu, em média, 4,41% a.a. e o Brasil apenas 1,98% a.a.


Uma rápida análise dos dados macroeconômicos na China nos explica o por quê desse forte e contínuo crescimento: a taxa de investimento (FBKF- formação bruta de capital fixo) na China foi acima de 28%, em média, nos anos 80 - e desde então tem aumentado ainda mais, atingindo patamares acima dos 40% nos anos 2002 e 2003.

A comparação com o Brasil deixa evidente o por quê do Brasil não crescer como a China: Em 2007 IBGE recalculou as seguintes taxas de investimento no Brasil: em 2005 foi de 16,3% do PIB. Em 2004, 16,1%. Em 2003, 15,3%. Em 2002, 16,4%. Em 2001, 17% e em 2000 16,8%, quase e metade das taxas chinesas.


O comportamento da taxa de poupança da China revela comportamento similar à da taxa de investimento (FBKF) no período de 1980 a 2003, saindo de uma média de 35% nos anos 80 para um patamar acima dos 40% na década de 90 e início do novo século.


Portanto, aumentar o ritmo de crescimento do PIB brasileiro - que já foi dos maiores do Mundo, até 1980, e desde então é dos menores - devemos tomar medidas para aumentar sua taxa de investimento.


Taxa Média/Ano de Crescimento Econômico Real Relativo ao Período de 1964 a 2007 em Percentuais do PIB - Fonte de Consulta IBGE.

 

Períodos

Média/Ano

1964/84

6,29

1985/89

4,39

1990/94

1,24

1995/02

2,31

2003/07

3,78

 

A estupidez coletiva brasileira está comemorando o crescimento médio do governo Lula (3,78% ao ano) como sendo o maior feito da história da humanidade, apesar de ser 13,89% menor que do governo Sarney (4,39% ao ano) e 38,47% menor do que os 20 anos do período dos governos militares (6,29% ao ano).

TUDO A MESMA PORCARIA!

TUDO A MESMA PORCARIA!

Pois é, gentalha, para

muitos deles, é tudo

igual! Passaram perto,

afinal...

"Lei Seca"

"Lei Seca"

 

Fonte: Folha OnLine 

 

Surge finalmente uma autoridade no judicário que não teme a mídia e enfrenta o abuso da repressão instituida por uma Lei que teve  como nascedouro a filosofia do autoritarismo.

 

O juiz Ricardo Teixeira Lemos, da 1ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia (GO), determinou ontem a soltura do motociclista G.A., preso após ter sido pego no teste do bafômetro. Além de mandar libertar o motoqueiro, ele determinou a restituição da moto apreendida, a devolução da carteira de motorista e a anulação da multa.


O magistrado criticou a chamada lei seca, que estabelece punições duras – chegando até a prisão – para quem for pego dirigindo depois de ingerir bebidas alcoólicas.

 

'A lei seca precisa sofrer sérias alterações e deve tratar diferentemente situações diversas. Não se pode punir de forma tão severa quem simplesmente faz uso de uma latinha de cerveja, ou seja, na mesma proporção de quem se encontra absolutamente embriagado', disse.


'Não sou desfavorável à repressão de quem dirige embriagado e causa acidentes, mas contra a punição de quem bebeu socialmente algumas cervejas com amigos e sofre as punições apontadas na lei seca', afirmou.


Segundo o juiz, são inconstitucionais e afrontam o princípio do contraditório e da ampla defesa os artigos da lei que estabelece punição para quem se recusa a se submeter ao teste do bafômetro ou qualquer outro exame.


'Dessa forma, ela [a pessoa] não tem escolha, uma vez que terá de produzir prova contra si ou levará multa. Em direito processual quem é acusado não produz prova contra si, mas defesa', disse.


De acordo com o juiz, há uma afronta ao princípio da proporcionalidade e comparou com a lei de tóxicos, que diferentemente de quem é pego no bafômetro, quem porta pequena quantidade de entorpecente não sofre sanções tão pesadas.

A sonegação salva o Brasil?

A sonegação salva o Brasil?

 

Lula, o Apedeuta – aquele que é ignorante mas não é burro - afirma que a carga tributária brasileira não é alta e que a arrecadação subiu por causa da eficiência. Será mesmo?

 

Bom, não custa lembrar: o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) tem um estudo indicando que, não fossem a sonegação e o calote, a carga chegaria a espantosos 59% do PIB — hoje, roça nos 40%. Vale dizer: seria 50% maior. Daí se estimar que, a cada R$ 2 arrancados da sociedade, R$ 1 é sonegado.

 

Um estatista tarado diria: “Tá vendo? Com esse dinheiro, faríamos escolas, hospitais, saneamento...”.

 

A verdade é a seguinte: com 59% de carga tributária, a sociedade estaria quebrada, arrastado-se na miséria. O que vai a seguir, o IBPT não diz; mas o óbvio aparece com um raciocínio puramente dedutivo: o que impede a sociedade de quebrar é a sonegação.

 

Temos um sistema tributário cuja eficiência está em ser burlado.

 

Não! Isto não é incitação ao crime. Até porque, sendo lei, devemos pagar os impostos.

 

Mas é evidente que, com 59% de carga tributária, não iríamos muito longe.

Pense nisso quando ouvir essas campanhas de “peça a sua nota” e exija do Congresso a diminuição dos impostos. Estes são os maiores causadores da quebra de empresas e do fechamento de postos de trabalho.

LULA E A PEDOFILIA

LULA E A PEDOFILIA

 

WILSON SILVEIRA

CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL

 

Ainda outro dia o senador Magno Malta, o paladino contra a pedofilia, apareceu nas televisões, contando que, ao apresentar ao presidente Lula as imagens de pedofilia que carrega em seu laptop, o presidente, enfurecido, levantou-se de sua cadeira, esmurrou a parede de seu gabinete e disse que se aquelas imagens fossem levadas a público, a pena de morte seria exigida no país para os pedófilos.

 

Em 17 de junho de 2008, a Polícia Federal indiciou o prefeito de Coari, no Amazonas, a 363 quilômetros de Manaus, por cinco crimes: favorecimento à prostituição, corrupção ativa, peculato, formação de quadrilha, sonegação fiscal e fraude em documento público. Foi na operação "Vorax", que prendeu 23 pessoas entre assessores, parentes e empresários ligados a Adail Pinheiro.

 

Nessa investigação, a Polícia Federal conseguiu juntar provas que indicam o envolvimento do prefeito de Coari, Adail Pinheiro, com uma rede de adolescentes que atendiam ao prefeito e aos outros investigados. As meninas, menores de idade, eram contratadas para participarem de eventos da Prefeitura do Município e acabavam sendo prostituídas pela quadrilha. A Polícia Federal apurou que dinheiro público era usado para pagar os "serviços" das mulheres e das meninas, inclusive para fretar aviões que eram usados para levá-las de Manaus para Coari.

 

O senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia já solicitou, por ofício à Polícia Federal de Manaus, todas as informações das investigações sobre as atividades de pedofilia do prefeito Adail Pinheiro.

 

Pois bem. Lula esteve, ontem, em Coari, terra de Adail Pinheiro, acusado de montar uma rede de exploração sexual de crianças e, estando lá, em comício na cidade, chamou o prefeito de "nosso companheiro", e o cumprimentou, calorosamente, pela administração do município.

 

Por onde passou a comitiva, foi vaiada e marcada por protestos, faixas e cartazes que lembravam a operação "Vorax".

 

O prefeito Adail aproveitou a visita de Lula, decretou ponto facultativo e ordenou que as escolas levassem as crianças para aplaudir a passeata e a comitiva presidencial.

 

É isso aí. Política é assim. Em um dia, esmurra-se a parede, no outro, abraça-se o "nosso companheiro", acusado de pedofilia pela própria polícia sob as ordens de seu próprio ministro da Justiça.

 

 

Bolcheviquepropagandaminister de Lula pretende torrar R$ 184 milhões com publicidade e propaganda em 2009

Bolcheviquepropagandaminister de Lula pretende torrar R$ 184 milhões com publicidade e propaganda em 2009

Quarta-feira, Setembro 10, 2008
 
Alerta Total
http://www.alertatotal.blogspot.com

Por Jorge Serrão

Além de controlar a aprovação de todos os patrocínios sobre as leis de incentivo à cultura, o Bolcheviquepropagandaminister do Palácio do Planalto terá muito dinheiro para investir e tentar melhorar a imagem do desgoverno federal no ano que vem. Serão aplicados R$ 15 milhões na contratação de uma empresa que fará as “relações públicas” do Brasil no exterior. Mais R$ 11 milhões serão investidos para modernizar os sites chapa branca na Internet. Outros R$ 4 milhões serão aplicados em pesquisas de opinião. Só esta ano, o time de Lula já torrou R$ 1 milhão 530 mil neste quesito.

A "Gestão de Política de Comunicação de Governo", comandada pelo jornalista Franklin Martins, contará com R$ 184 milhões em 2009. Houve um aumento de 32,18% em relação a 2008, quando se prevê, até o fim do ano, um gasto de R$ 139,2 milhões. Serão R$ 16 milhões para utilidade pública e R$ 123,2 milhões para propaganda institucional. O desgoverno gastará ano que vem praticamente o dobro dos R$ 16 milhões previstos para 2008 com a publicidade de utilidade pública - aquela que engloba campanhas sobre vacinação Os números constam da proposta orçamentária enviada ao Congresso. A base amestrada não deve atrapalhar a intenção do chefão Lula de investir cada vez mais em propaganda oficial.

A chamada publicidade institucional engloba as campanhas realizadas pelo governo sobre seus principais programas, como Bolsa Família, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e ainda sobre a questão dos alimentos e sua valorização no mercado internacional. A equipe de Lula tem problemas no setor. A contratação de uma empresa para cuidar da imagem do Brasil no exterior está parada por ordem judicial. Duas empresas desclassificadas na primeira fase entraram na Justiça e conseguiram suspender o processo licitatório até a decisão final. A Secom alega que o acompanhamento da imagem do País lá fora e identificar potenciais contenciosos. Já os editais de licitação sobre comunicação digital e realização de pesquisas ainda serão publicados este ano.

Novas regrinhas

O governo publicou no Diário Oficial decreto que torna facultativa - e não mais obrigatória - a participação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) na escolha das agências que trabalharão para órgãos oficiais.

O decreto fixa regras para separar publicidade de patrocínio e evitar confusão entre as atividades - que são separadas na comunicação de governo.

Foi criado o Comitê de Patrocínios para analisar os pedidos.

Outra novidade é que os órgãos poderão contratar serviços de publicidade sem ter que contratar primeiro uma agência.

Palestra de Jorge Roberto Pereira no Rio de Janeiro

Palestra de Jorge Roberto Pereira no Rio de Janeiro

O editor do site Farol da Democracia (www.faroldademocracia.org), Jorge Roberto Pereira, fará palestra amanhã, dia 11 de setembro, às quinze horas, no auditório do sétimo andar do Clube Militar, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Santa Luzia, Centro do Rio de Janeiro. O tema é desfiador: uma proposta liberal-democrática para reversão da crise.

Integrante das Farc no Brasil não vai à audiência

Integrante das Farc no Brasil não vai à audiência

 

Fonte: www.inforel.org

04/09/2008 

 

Francisco Antonio Cadena Collazos conhecido como Cura Camilo ou Padre Oliverio Medina, integrante das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil, comunicou oficialmente à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, que não comparecerá à audiência pública que pretende esclarecer os vínculos do atual governo com a guerrilha.


Em carta endereçada ao deputado Marcondes Gadelha (PSB-PB), ele explicou que vai respeitar sua condição de refugiado político para não atender ao convite dos deputados. Segundo ele, trata-se ainda de se respeitar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de não extraditá-lo para a Colômbia.

Na prática, o STF sequer analisou o pedido de extradição feito pelo governo colombiano. Como o Conare decidiu acolhê-lo, o processo foi arquivado.


Há suspeitas de que ele mantenha contatos políticos no Brasil em favor das Farc o que poderia ser suficiente para que ele perca a condição e tenha seu processo de extradição reaberto pelo Judiciário.

A carta foi entregue no dia 28 de agosto. Oliverio Medina vive no Brasil desde 1997. Em 2006, recebeu o status de refugiado político do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare). Ele é casado com uma paranaense e tem uma filha brasileira.


O deputado Raul Jungmann (PPS-PE), quer saber como Medina atuou para aproximar as Farc do governo Lula. Ele seria o vínculo entre os 85 e-mails trocados com o número 2 da guerrilha, Raúl Reyes, morto em março passado.


Carta

Brasília, 28 de agosto de 2008.


Excelentíssimo Deputado Federal Marcondes Gadelha


Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional


Câmara Federal (sic)


Gostaria de manifestar a V. Exa. que me honra escrever a presente, enviando minhas
saudações cordiais, respeitosas e junto aos augúrios por um desempenho pleno de êxitos em vossa missão de presidir a digna e prestigiada Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional dessa Magna Casa.


Com a vênia de V. Exa., descrevo, a seguir, de forma sucinta, o objetivo desta missiva: manifestar que recebi da emérita Comissão presidida por V. Exa., no último dia 26, um Convite para participar de uma Audiência Pública.


Gostaria de fazer a seguinte reflexão.


Para saber como agir, pedi luzes ao Altíssimo, dialoguei com familiares, amigas e amigos, cuja solidariedade me honra. Rememorei duas coisas. Uma, que o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), usando critérios técnicos, entendeu que havia fundado temor de perseguição em razão de minhas opiniões políticas, o que impediria o retorno a meu país, razão pela qual me concedeu o refúgio. E a outra, o julgamento de meu Processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), máxima instância do Poder Judiciário, fazendo brilhar a Justiça nessa Sessão Plenária, na qual nove dos dez Excelentíssimos Ministros presentes votaram pelo não-conhecimento de minha extradição e, julgando extinto o Processo, determinou a expedição do alvará de soltura, em 21 de março de 2007.


Então, levando em conta os fatos já mencionados e as circunstâncias em que me encontro, acudi confiante à voz de minha consciência. Eis seu recado:


Continue honrando seu refúgio como até agora; ame os compromissos adquiridos como se fossem seus mandamentos. Aceite os deveres e direitos de refugiado, com modéstia e humildade. Seja respeitoso dos costumes, leis e normas que regem a vida do povo desse país, cujo Estado abriu para você, como diz o Prêmio Nobel de Literatura, Gabriel Garcia Marquez, "uma segunda oportunidade sobre a terra". Continue reservado lendo, traduzindo, visitando as amizades, participando em atividades relacionadas com a cultura, a religiosidade, trabalhando a roça e, como um João de Barro, lute pelo sustento dos seus.


Excelentíssimo Deputado, sinto que devo obediência à minha consciência, cujo altar é o foro íntimo de cada mulher e de cada homem. Portanto, com todo respeito, agradeço a oportunidade, mas, com a vênia de V. Exa. declino o Convite recebido. Gostaria que minha reflexão fosse acompanhada pela compreensão e a aquiescência dessa insigne Comissão.


Desde já, agradeço vossa atenção.


Francisco Antonio Cadena Collazos

(Refugiado Político)

REQUERIMENTO SARGENTOS GAYS

REQUERIMENTO SARGENTOS GAYS

Lembram-se do caso dos sargentos Fernando e 'Cássia Eler'? Pois é, agora, o sargento Lacy ('Cássia Eler') entrou com pedido para ser dependende do sargento Fernando no plano de saúde do EB. Se o rapaz está pagando o plano e paga também por dependente, e se fosse eu quem tivesse que decidir, concederia, sem problemas. Por que? Porque o negócio dos rapazes é criar problemas e, depois, qualquer um pode ser inserido como dependente num plano de saúde, desde, é lógico, que se esteja pagando por isso. Pelo menos é assim que funcionam os planos de saúde aqui fora...

Linha direta entre Lula e FHC evitou pedido de impeachment

Linha direta entre Lula e FHC evitou pedido de impeachment

 

COMENTÁRIO DESTE SITE: AOS AMIGOS TUDO, AOS INIMIGOS A MORTE

 

Conversas secretas, intermediadas por Palocci e Bastos, ajudaram a esfriar caso do mensalão

 

Carlos Marchi

 

http://txt4.estado.com.br/editorias/2008/08/31/pol-1.93.11.20080831.18.1.xml

 

Domingo, 31 agosto de 2008 

 

NACIONAL

 

 

Durante todo o primeiro mandato e parte do segundo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma linha direta de consultas com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mantida por meio de conversas secretas dos então ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça. A linha direta funcionou com mais vigor no auge do escândalo do mensalão, quando os ministros pediram a Fernando Henrique para agir e evitar que a oposição descambasse para pedir o impeachment de Lula. Ele atendeu e se posicionou publicamente contra o impeachment.

 

Os encontros foram confirmados ao Estado pelo ex-presidente, Palocci e Bastos. Palocci confirmou que esteve pessoalmente com Fernando Henrique “pelo menos cinco vezes”; Bastos disse ter conversado com ele pessoalmente apenas uma vez, em junho de 2005, momento em que crescia a onda do impeachment. Mas os contatos por telefone foram bem mais freqüentes, confirmam os três. Palocci e Bastos asseguram que Lula sempre soube das conversas antes de elas ocorrerem e foi informado do seu resultado depois.

 

Mais de uma vez, no entanto, em momentos de difícil enfrentamento com a oposição, Lula sugeriu a Palocci: “Vai conversar com Fernando Henrique.” E pelo menos uma vez, em dezembro de 2007, o presidente determinou expressamente que Palocci - então já fora do governo - procurasse o tucano para negociar o projeto de reforma política que pretendia enviar ao Congresso no começo de 2008. Palocci marcou a conversa, mas antes que ela acontecesse Lula desistiu de promover a reforma política.

 

Ao Estado, Fernando Henrique elogiou Palocci e Bastos, confirmou as conversas e disse que elas foram possíveis porque os dois ex-ministros de Lula têm “noção institucional”. Estendeu o elogio ao chefe de gabinete Gilberto Carvalho: “Esse também tem noção institucional.” Lamentou que a linha de consulta tenha sido interrompida em 2008. No começo, não foi difícil a Palocci procurar o ex-presidente: além de manter excelentes relações com a oposição desde quando era ministro, ele tem a simpatia de Fernando Henrique desde que, prefeito de Ribeirão Preto, inaugurou uma estátua dele na cidade. “Não foi fácil para ele”, reconhece o ex-presidente. Do gesto, brotou afeto.

 

A conversa com Bastos ocorreu no dia 26 de junho de 2005, no apartamento do ex-presidente, em Higienópolis, e durou das 21 horas à 1 hora da madrugada. Não faltava intimidade pregressa aos dois: antes de serem amigos, eles conviveram em função da amizade dos seus pais. Bastos contou a Fernando Henrique os receios que Lula alimentava e perguntou sobre o espírito então reinante na oposição. A expressão exata que usou foi: “Precisamos baixar essa bola.”

 

Argumentou que ninguém podia apostar no pior, porque o País ficaria ingovernável. O ex-presidente concordou, deu um conselho e fez uma promessa. O conselho foi que Lula cuidasse de segurar os números da economia e impedisse que se evidenciassem sinais externos de desgoverno; a promessa foi que não jogaria lenha na fogueira e tentaria acalmar seus pares. Nas semanas seguintes, a sua influência foi sentida e acabou sendo vital para que a oposição refreasse o ímpeto e não chegasse ao limite do pedido de impeachment.

 

Três anos depois, olhando para trás e avaliando a situação, o ex-presidente minimizou o fato de ter atendido aos apelos. “Eu não fiquei contra o impeachment porque eles me pediram, mas porque sou muito cauteloso nessas questões. Na época, não havia condições políticas para sustentar um pedido de impeachment de Lula. Criaria uma cisão no Brasil”, alinhou. Explicou por que aceitou as conversas secretas: “Adversários políticos não devem ser tratados como inimigos.” 

 

MERGULHO NO ESCURO 

 

Tudo azedou repentinamente quando, em 8 de julho de 2005, em meio a um evento no Palácio do Planalto, Bastos foi informado de que um assessor do deputado José Nobre Guimarães (irmão do então presidente do PT, José Genoino) fora preso em São Paulo com dólares na cueca. Transmitiu o informe a Lula na mesma hora. Depois, relataria a um amigo que, em quatro anos de convivência, nunca vira Lula tão desolado. “Meu Deus, onde é que isso vai parar?”, balbuciou o presidente, como se tivesse perdido o rumo.

 

Mas o pior ainda estava por vir. Em 11 de agosto, o publicitário Duda Mendonça confessou, na CPI dos Correios, que recebera no exterior parte do pagamento pela campanha de Lula. Naquela noite, Bastos e Palocci foram conversar com o presidente na Granja do Torto. Sem rodeios, opinaram que a confissão de Duda o atingia pessoalmente e que a situação, a partir disso, fugia ao controle do governo. As análises impactaram Lula, que aceitou a sugestão de procurar Fernando Henrique mais uma vez para negociar.

 

O enviado desta vez foi Palocci, que fez ao ex-presidente um relato assustador. Contou que o governo se sentia desorientado e que os conselheiros próximos a Lula temiam por ele após as últimas revelações, que iam do grotesco (os dólares na cueca de um assessor petista) ao dramático (a comprovação de que Duda recebera dinheiro ilegal pela campanha, o que jogava o escândalo no colo de Lula). Disse que havia novos escândalos não revelados, como um rombo que passaria dos R$ 500 milhões no Banco do Brasil.

 

Palocci chegou a admitir que tudo aquilo era “um desastre, um desastre”. Noutro momento, teria dito: “Está tudo perdido.” Ao final, fez um apelo “em nome da democracia e do futuro do País” - que a oposição desse uma trégua para dar tempo ao governo de “consertar tudo”, exorcizando o seu visível lado podre. Ao final, indagou se Fernando Henrique aceitaria um encontro com Lula. O ex-presidente topou; exigiu apenas que houvesse um convite e um encontro públicos. 

 

FRASES 

 

Fernando Henrique Cardoso

Ex-presidente

 

“Eu não fiquei contra o impeachment porque eles me pediram, mas porque sou muito cauteloso nessas questões. Na época, não havia condições políticas para sustentar um pedido de impeachment de Lula. Criaria uma cisão no Brasil”

 

'Adversários políticos não devem ser tratados como inimigos'

PREJUÍZO DE R$ 144 BILHÕES

PREJUÍZO DE R$ 144 BILHÕES

 

Fundado em 2004 pelo lulo-petismo, o Banco Popular do Brasil, o banco 'dos pobre' será 'absorvido' pelo Banco do Brasil. O banco alcançou um prejuízo de R$ 144 bilhões.

Dessa dinheirama o banco dos cumpanhêro emprestou 'aos pobre' 21 milhões. Ao maleiro petista do mensalão, Marcos Valério, o banco destinou 29 milhões...

Quando fundado, Lula nomeou-lhe presidente um tal Ivan Guimarães. O feliz era o 'braço direito' do distinto Delúbio Soares, então todo poderoso tesoureiro do PT e reserva moral do lulo-petismo. O banco petista torrou 3 vezes o valor da arrecadação da extinta CPMF.

Manaus torna-se pólo da cocaína rumo ao exterior

Manaus torna-se pólo da cocaína rumo ao exterior

 

Hermano Freitas

 

Redação Terra

 

Na rota amazônica da cocaína por meio fluvial, a capital do Amazonas torna-se mais um pólo de distribuição da droga para o exterior. Segundo o general de brigada do Comando Militar da Amazônia, João Carlos de Jesus Corrêa, Manaus pode "se transformar em uma Medellín" em pouco tempo. O secretário de Inteligência do sistema de Segurança Pública do Amazonas, Thomaz Vasconcelos Dias, discorda da avaliação, mas reconhece no tráfico de drogas um dos maiores problemas de polícia do Estado. "As apreensões de cocaína em 2008 somaram mais de 500 kg e 60% dos presos que estão em cadeias amazonenses são traficantes", diz.

 

Para efeito de comparação, de acordo com um levantamento de 2007 da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, dos cerca de 100 mil presos que cumprem pena no Estado, pouco mais de 25 mil foram condenados por tráfico, ou seja, 25%. No Estado amazonense, o percentual dos presos por tráfico chega a 60%, de acordo com Vasconcelos Dias. Para o general Jesus Corrêa, a maior ameaça da cidade é se transformar em um grande centro de refino da pasta-base da coca oriunda da Colômbia.

 

"Os países estrangeiros não querem saber de cocaína para ser refinada em seu território, eles querem receber o produto pronto", diz. O secretário de inteligência nega que exista potencial de refino de cocaína em Manaus, mas diz que as rotas fluviais favorecem que a cidade seja uma "parada" do pó no caminho por mar para a Europa.

 

Rota fluvial


Como Terra noticiou no dia 22 de julho, a fiscalização por radares, satélites e aviões do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) fez com que o tráfico de drogas no Amazonas trocasse os pequenos aviões por barcos para infiltrar a droga no País. O secretário afirma que os criminosos se valem do conhecimento de território dos ribeirinhos e até de índios para driblar a fiscalização.

 

A extensão territorial da fronteira e a sua natureza geográfica de floresta equatorial, para o general Jesus Corrêa, são fatores que também contribuem para o problema. Para reprimir o tráfico, a Polícia Federal (PF) anunciou no último dia 5 o aumento do efetivo de pessoal e do número de bases fixas, principalmente nas regiões onde o tráfico internacional de drogas tem atuação mais forte. A ação é parte do projeto Direção Itinerante.

 

Será instalada em Santo Antônio do Içá, a 960 km de Manaus, a nova base da Operação Cobra (sigla de Colômbia-Brasil). A base estará posicionada na confluência dos rios Içá e Solimões, considerada uma das maiores passagens do tóxico em sua infiltração no País.

Nova Carteira de Identidade - "e só aqueles que tiverem a marca da besta conseguirão sobreviver..."

Nova Carteira de Identidade - "e só aqueles que tiverem a marca da besta conseguirão sobreviver..."

 

Novidades 
A nova Carteira de Identidade


A partir de 2009, essa será a nova carteira de identidade que deixa de ser RG e será chamada de RIC (Registro de Identidade Civil). Ela terá informações de RG, CPF e Título de Eleitor e terá modelo e tamanho dos cartões de crédito.


Um chip vai adicionar informações como cor da pele, altura e peso. As impressões digitais não serão mais no método dedão na tinta mas sim escaneadas e as informações serão enviadas para um banco de dados do INI - Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal, alimentando o Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais.


Itens de segurança como dispositivo anti-scanner, imagens ocultas e palavras impressas com tinta invisível, fotografia e impressão digital a laser e a possibilidade de armazenar no chip, informações trabalhistas, previdenciárias, criminais e o que mais for necessário, vem a ser o grande diferencial do novo documento.

 

Comentário deste site:

 

Muitos dirão que se a pessoa não fizer nada de errado e não tiver nada a esconder, documentos de identificação como esses não representam absolutamente nada demais e que, ainda por cima, dificultarão a vida de criminosos - o que, portanto, acabaria tornando a vida do cidadão mais segura. O raciocínio está correto. Entretanto, o que é considerado 'errado' e 'ilegal', hoje, pode não ser exatamente aquilo que será considerado como tal, amanhã.

 

Um exemplo: há menos de um ano, beber um chope, um pequeno cálice de vinho e dirigir, calma e prudentemente, de volta para casa não era considerado ilegal. Agora é - mesmo que você tenha a plena certeza de que isso não devesse representar crime nenhum e que você jamais tenha colocado a vida de ninguém em risco quando assim procedeu durante sua vida. Como esse, há outros exemplos. O fato é que, cada vez mais, se criam regras e mais regras que interferem diretamente na liberdade de escolha individual e que acabam por criminalizar aqueles que não queiram cumprí-la. Você já está proibido, por lei, de fumar (em inúmeros recintos, inclusive abertos), de xingar (determinadas pessoas de determinados nomes) e de tantas outras coisas. No futuro, por exemplo, podem lhe proibir de fazer coisas simples como comprar a quantidade de 'arroz' que bem entenda para o consumo de sua família; ou podem lhe proibir de escolher a escola em que seus filhos estudarão... E o pior é que, por todas essas 'atitudes criminosas', podem lhe jogar numa cela, lhe prender como bandido.

 

Um documento como esse pode facilitar, e muito, a vida de um governo autoritário e controlador. Basta, por exemplo, que se 'baixe' uma lei estabelecendo que todos os cartões de crédito devam se inserir no 'sistema da carteira de identidade' e que ninguém possa comprar nada se não for por meio desta 'forma de transação'. Isso não pode acontecer? Uma lei como essa não passaria por um Congresso? E por acaso a homologação em terras contínuas da reserva indígena Raposa da Serra do Sol passou? Essa lei de 'tolerância zero' em relação a beber e dirigir passou pelo Congresso? Alguém lhe perguntou sua opinião a respeito desses assuntos?

 

Não se deve trocar liberdade por segurança, nem vice-versa. De qualquer forma, em seus sentidos mais amplos, uma não consegue existir sem a outra. São coisas que deveriam andar juntas e não uma em detrimento da outra, como quer nos impor a 'moderna' visão de mundo.

 

Comentário de Leitor:

 

PARECE-ME MAIS UM AVANÇO DO ESTADO BRASILEIRO PETISTA SOBRE O CIDADÃO, AVANÇANDO  NO SEU DESIDERATO SUPREMO DE INSTALAR UMA DITADURA DISFARÇADA NO BRASIL... É A RECAÍDA DE UMA VOCAÇÃO AUTORITÁRIA LATENTE, CONSTANTE  DO SEU DNA MARXISTA ORIGINÁRIO... É A MARATONA INCANSÁVEL PARA CHEGAR AO CONTROLE ABSOLUTO DA VIDA DO CIDADÃO. TAIS 'MERDITAÇÕES' MALIGNAS SÃO TÍPICAS DE CABEÇAS TROTSKISTAS COMO AS DO MINISTRO TARSO GENRO, DA JUSTIÇA, E A QUEM A POLÍCIA FEDERAL OBEDECE POR FORÇA DE SUBORDINAÇÃO LEGAL. ORA  SABE-SE QUE O PROJETO DA CARTEIRA DE IDENTIDADE QUE ESTÁ SENDO PERPETRADA,  PREVÊ O EMPREGO DE TECNOLOGIA DE PONTA COM MODERNOS RECURSOS DA INFORMÁTICA QUE, LATO SENSO, DESNUDAM O CIDADÃO E EXPÕEM, DE FORMA IMPUDICA,  TODOS OS DETALHES DA SUA VIDA PRIVADA AO SINISTRO  CONTROLE DA MÁQUINA ESTATAL... O CIDADÃO VAI TER A SENSAÇÃO DE ESTAR SENDO SUBMETIDO, DIUTURNAMENTE, A ALGO ASSIM COMO UM 'TOQUE DE PRÓSTATA' INFINDÁVEL... O CIDADÃO DESAVISADO AINDA VAI AGRADECER E ELOGIAR QUE INVENTOU ISSO. ORA, A QUEM SERVE A IDÉIA? AO ESTADO, CLARO...

Berço do Fome Zero, Guaribas segue na miséria

O Valor Econômico (para assinantes) teve a oportuna idéia de visitar a pequena Guaribas, no Piauí, cinco anos e meio depois de ter sido escolhida como vitrine do então recém-lançado Fome Zero. A lógica do programa de fazer um trabalho emergencial (alimentar a população) para que depois a cidade se desenvolvesse pelas próprias pernas fracassou. Passada a empolgação inicial, Guaribas não avançou nada. A agricultura e o comércio são insignificantes e quase a totalidade das famílias continua dependendo do Bolsa-Família, num ciclo que dificilmente vai se encerrar a curto prazo. Um retrato bem brasileiro.

CRIVELLA DEBOCHANDO DOS ELEITORES CARIOCAS E, ENFIM, DE TODOS NÓS...

Crivella: 'Quero imitar Lula e me dedicar aos pobres'

 

Quinta, 21 Ago

http://br.noticias.yahoo.com/s/21082008/25/politica-crivella-quero-imitar-lula-dedicar-aos-pobres.html

 

O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, senador Marcelo Crivella (PRB), arrancou risos da platéia hoje, durante sabatina realizada pelo Grupo Estado, ao esclarecer que não colocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua propaganda eleitoral: "Não fui eu, foi o Molon", disse, referindo-se ao adversário do PT, Alessandro Molon, que será sabatinado amanhã. O senador observou que, pela legislação eleitoral, o presidente Lula não pode aparecer em seu programa, já que são de partidos diferentes, embora Crivella seja da base do presidente. Segundo Crivella, foi ele quem aproximou o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), do presidente. "Quero imitar Lula e me dedicar sobretudo aos mais pobres", disse.

 

A propaganda do horário eleitoral gratuito de Molon, exibida logo após a de Crivella, abriu com um vídeo do presidente Lula recomendando aos seus partidários que não tenham vergonha de ser petistas. "Vou ligar para o Molon. Não pode, Molon. A Justiça vai brigar", disse Crivella, irônico. Ele declarou ainda que o vice-presidente, José Alencar, seu colega de partido, disse que Crivella é o candidato do coração de Lula. O presidente, porém, não chegou a fazer declaração nesse sentido.

 

Conselheiro tributário

 

O senador disse que contratou o publicitário Duda Mendonça, acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro no processo do Mensalão, mas não para ser seu "conselheiro tributário". "Contratei Duda Mendonça não para ser meu conselheiro tributário, mas para fazer uma campanha de marketing contra a discriminação", declarou. Crivella afirmou que vai pagar R$ 1 milhão pela campanha na TV. Ele fez questão de registrar que o pagamento será feito em cheque do partido.

 

Durante a CPI dos Correios foi revelado que Duda Mendonça recebeu dinheiro no exterior como pagamento de campanha eleitoral em 2002 para o PT. Durante a sabatina, Crivella afirmou também que vai manter a lei municipal 3344, de 2001, que estabelece a pensão aos companheiros de servidores municipais homossexuais.

Para atender STF, governo do TO demite e recontrata 26 mil comissionados no mesmo dia.

21/08/2008

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2008/08/21/ult4728u15296.jhtm

 

Como forma de seguir uma determinação do STF (Supremo Tribunal Federal), o governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), demitiu e recontratou no mesmo dia 26 mil servidores comissionados que haviam sido admitidos de maneira considerada irregular.

 

Os atos de dispensa e recontratação foram publicados no "Diário Oficial" do Estado da última segunda-feira. O Ministério Público do Estado estuda a legalidade das novas contratações. A Promotoria considera que o ato pode ser irregular por causa da proximidade das eleições.

 

Na semana passada, o STF declarou inconstitucional uma lei do Tocantins que permitia ao governador assinar decretos criando cargos. Como conseqüência, o tribunal, por unanimidade, tirou o cargo de 26 mil comissionados.

 

Anteontem, os funcionários recontratados organizaram uma manifestação em Palmas para agradecer o governador pelo novo ato. O governo estadual argumenta que fez as recontratações por meio de uma nova lei aprovada no início do mês pela Assembléia.

 

Na manifestação, Marcelo Miranda falou que "não poderia deixar nenhum pai de família fora de seu cargo". O governo afirma ainda que, sem os comissionados, haveria prejuízos para o "funcionamento da máquina do Estado".

 

A quantidade de cargos é equivalente a 14,5% da população de Palmas _178 mil habitantes. No julgamento que derrubou a lei estadual, o ministro Ayres Britto disse que a legislação era "enlouquecidamente inconstitucional".

 

Hoje, você leitor, vai ver um trecho do debate sobre ANISTIA promovido pelo programa "Sala de Notícias em Debate" da TV Futura . Participaram o Deputado Federal Jair Bolsonaro, o advogado, Dr. Antonio Ribas Paiva, o presidente da OAB, Paulo Brito e o de direitos humanos. Infelizmente, não foi possível gravar o programa desde o início (coisa que tentarei providenciar em eventual reapresentação). Antes de verem o vídeo, leiam artigo de Olavo de Carvalho, copiado abaixo, que foi publicado no JB. Depois que assistirem o programa, voltem ao texto que escrevi abaixo. Vamos ver o que vocês captam...

 

Nossos governantes

 

Olavo de Carvalho

JB, 26 ago. 08

 

       Desafio o governo Lula e seus sessenta intelectuaizinhos de estimação, os partidos de esquerda, o dr. Baltasar Garzón e todos os camelôs de direitos humanos a provar que qualquer das afirmações seguintes não corresponde aos fatos:

 

      

1. Todos os militantes de esquerda mortos pela repressão à guerrilha  eram pessoas envolvidas de algum modo na luta armada. Entre as vítimas do terrorismo, ao contrário, houve civis inocentes, que nada tinham a ver com a encrenca.

      

2. Mesmo depois de subir na vida e tomar o governo, tornando-se poderosos e não raro milionários, os terroristas jamais esboçaram um pedido de perdão aos familiares dessas vítimas, muito menos tentaram lhes dar alguma compensação moral ou material. Nada, absolutamente nada, sugere que algum dia tenham sequer pensado nessas pessoas como seres humanos; no máximo, como detalhes irrisórios da grande epopéia revolucionária. Em contrapartida, querem que a opinião pública se comova até às lágrimas com o mal sobrevindo a eles próprios em retaliação pelos seus crimes, como se a violência sofrida em resposta à violência fosse coisa mais absurda e chocante  do que a morte vinda do nada, sem motivo nem razão.

      

3.  Bradam diariamente contra o crime de tortura, como se não soubessem que aprisionar à força um não-combatente e mantê-lo em cárcere privado sob constante ameaça de morte é um ato de tortura, ainda mais grave, pelo terror inesperado com que surpreende a vítima, do que cobrir de pancadas um combatente preso que ao menos sabe por que está apanhando. Contrariando a lógica, o senso comum, os Dez Mandamentos e toda a jurisprudência universal, acham que explodir pessoas a esmo é menos criminoso do que maltratar quem as explodiu.

      

4. Mesmo sabendo que mataram dezenas de inocentes, jamais se arrependeram de seus crimes. O máximo de nobreza que alcançam é admitir que a época não está propícia para cometê-los de novo – e esperam que esta confissão de oportunismo tático seja aceita como prova de seus sentimentos pacíficos e humanitários.

      

5. Consideram-se heróis, mas nunca explicaram o que pode haver de especialmente heróico em ocultar uma bomba-relógio sob um banco de aeroporto, em aterrorizar funcionárias de banco esfregando-lhes uma metralhadora na cara, em armar tocaia para matar um homem desarmado diante da mulher e do filho ou em esmigalhar a coronhadas a cabeça de um prisioneiro amarrado – sendo estes somente alguns dos seus feitos presumidamente gloriosos.

      

6. Dizem que lutavam pela democracia, mas nunca explicaram como poderiam criá-la com a ajuda da ditadura mais sangrenta do continente, nem por que essa ditadura estaria tão ansiosa em dar aos habitantes de uma terra estrangeira a liberdade que ela negava tão completamente aos cidadãos do seu próprio país.

      

7. Sabem perfeitamente que, para cada um dos seus que morria nas mãos da polícia brasileira, pelo menos trezentos eram mortos no mesmo instante pela ditadura que armava e financiava a sua maldita guerrilha. Mas nunca mostraram uma só gota de sentimento de culpa ante o preço que sua pretensa luta pela liberdade custou aos prisioneiros políticos cubanos.

      

Desses sete fatos decorrem algumas conclusões incontornáveis. Esses homens têm uma idéia errada, tanto dos seus próprios méritos quanto da insignificância alheia. Acham que surrar assassinos é crime hediondo, mas matar transeuntes é inócuo acidente de percurso (e recusam-se, é claro, a aplicar o mesmo atenuante às mortes de civis em tempo de guerra, se as bombas são americanas). São hipersensíveis às suas próprias dores, mesmo quando desejaram o risco de sofrê-las, e indiferentes à dor de quem jamais a procurou nem mereceu. Procedem, em suma, como se tivessem o monopólio não só da dignidade humana, mas do direito à compaixão. Qualquer tratado de psiquiatria forense lhes mostrará que esse modo de sentir é característico de criminosos sociopatas, ególatras e sem consciência moral. Não tenham ilusões. É esse tipo de gente que governa o Brasil de hoje.