SENTA A PUA! - DOCUMENTÁRIO SOBRE A FEB - ESPETACULAR O TRABALHO DESSE JOVEM CINEASTA!
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BACABA - Memorias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia
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LANÇAMENTO: 13.06.2008 - IATE CLUBE DO RIO DE JANEIRO – Av. Pasteur 333 - Praia Vermelha-Urca - Rio de Janeiro-RJ - 19 horas |
Livro do Fiscal de Rendas e Mestre “Enfim, um texto precioso, sério, atual e gostoso de ler... Criativo e instigante resgate literário sobre ética, direito e cidadania... Admirável, fecunda e sensível incursão em temas pouco tratados por especialistas... Desperta reflexões e debates acerca DA vida real e do jeitinho de levar vantagem em tudo... Exibe cenários generosos, transparentes, críticos e vitoriosos. Ou decepcionantes, cômicos e trágicos... Registra procedimentos de pessoas e grupos em busca de ideais e ambições frente à submissão a históricos e vigentes valores e limites de Ética Direito e Cidadania. Tais são as fronteiras perante as quais a sociedade civilizada precisa mostrar conformadas as atitudes e condutas dos seus parceiros sociais! É livro para ser lido e relido!” |
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(...) uma pequena amostra de um assunto que precisa ser conhecido pela opinião pública brasileira de forma mais clara e abrangente: o Foro de São Paulo – FSP. E por que este assunto precisa ser conhecido? Pelo fato de que o FSP é a única força política organizada e coesa na América Latina. Continuar insistindo na irrelevância do Foro de São Paulo, ou pior, em que esse não passa de uma “teoria da conspiração” (afirmação, não por acaso, repetida sobretudo por alguns dos próprios membros do PT, sendo ele próprio um integrante do FSP) torna-se não apenas uma atitude de ignorância suicida, mas sobretudo de covardia criminosa, diante dos rumos que a política e a sociedade brasileiras estão tomando, cada vez mais sombrios. Cumpre, portanto, aos homens de bem e que ocupam posições de destaque por suas profissões e formação intelectual, ao menos conhecer o potencial destruidor da ideologia que guia o Foro de São Paulo, e tirar suas próprias conclusões sobre a organização. É ela um mero “clube de amigos” saudosistas de uma tirania genocida sem semelhante na história da humanidade (como é o comunismo), mas sem potencial algum de ação efetiva em nossos dias, ou uma organização habilitada a pautar a política de vários governos latino-americanos e, em especial, do Brasil? |
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Autres: Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco e Nilder Costa Rio de Janeiro: Capax Dei, 2008, 152 p. R$ 20,00 Pedidos para Editor |
O transporte hidroviário é o mais barato e eficiente para a movimentação de grandes cargas a longas distâncias. Assim, a União Européia tem 37 mil km de hidrovias, os EUA, 47 mil km e a China, 124 mil km. Por sua vez, embora possua um território continental e uma das maiores redes hidrográficas do planeta, com 44 mil quilômetros de vias navegáveis, o Brasil tem apenas Tal descaso (junto com a reduzida malha ferroviária e a deterioração da malha rodoviária) representa um dos maiores entraves para um esforço orientado e sustentado de desenvolvimento nacional, que precisa incluir a modernização econômica das regiões mais atrasadas do Brasil e a sua plena integração ao restante do País. Para a Amazônia, em especial, vem ganhando força a idéia de uma industrialização da região, como a melhor forma de assegurar a elevação dos níveis de vida das populações locais, o pleno aproveitamento dos recursos naturais e a compatibilização com requisitos racionais de proteção ambiental – proposta que os autores chamam a Amazônia Industrial. Felizmente, iniciativas oficiais e privadas sugerem uma crescente conscientização sobre a importância do modal hidroviário, refletida na proposta do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), de duplicar a participação do setor na matriz de transportes até 2023. Além de um enorme impacto interno, tal esforço será fundamental para a integração físico-econômica com os países vizinhos, fator crucial para que o País possa qualificar-se como protagonista da reconfiguração da ordem mundial que se encontra em curso. Este livro examina as causas das contradições da matriz de transportes, as hidrovias existentes e em projeto e os obstáculos a serem superados para que o transporte hidroviário possa ser plenamente explorado em suas vastas potencialidades. Com ele, os autores esperam contribuir para esse esforço vital para o futuro do Brasil. |
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São Paulo, É Realizações, 2006
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Muitas vezes me perguntei: por que Paulo VI e João Paulo II asseguravam que a Ibero-América era o Continente da Esperança? Como esperar algo de uma região onde predominam a pobreza e o subdesenvolvimento? Por acaso usaram esse termo só para nos dar alento ou, de fato, a humanidade pode sintetizar suas esperanças na Ibero-América? Em princípio, as respostas parecem ser pessimistas, porque não resolvemos o problema da pobreza e sequer alcançamos uma verdadeira estabilidade política. Ao contrário, países como a Venezuela retrocederam consideravelmente, ao promoverem um modelo castro-comunista em pleno século XXI, enquanto, em outras nações ibero-americanas, existe uma forte tendência para o socialismo. Nessas precárias condições, como pensar em ajudar outras regiões do mundo? Analisados em profundidade, nossos problemas não são, porém, tão irresolutos e complicados como os de outras regiões: não há guerras religiosas nem enfrentamentos raciais, antes compartilhamos uma mesma religião e praticamente um mesmo idioma; não há escassez de recursos, mas superabundância; embora haja miséria, esta não chega aos níveis da África; e a deterioração moral não se equipara à dos países desenvolvidos. De fato, a maioria dos problemas poderia se resolver se fossem tomadas medidas relativamente simples. Estou convencido de que o que dificulta o desenvolvimento da Ibero-América é um impedimento de ordem psicológica: uma falha coletiva na auto-estima e uma lamentável subestimação de nossas verdadeiras capacidades. Isso explica por que, mesmo depois da queda do muro de Berlim e do desmembramento da União Soviética, ainda haja aqueles que pensam que a esquerda é uma solução. Certamente, as correntes políticas tradicionais não acabaram com a pobreza, ao contrário: os modelos econômicos aplicados por quase todas elas, baseados nas receitas do Fundo Monetário Internacional, agravaram a situação. Mas entregar o poder à esquerda constitui um suicídio, como puderam testemunhar amargamente os venezuelanos. Estou a onze anos lutando contra Hugo Chávez e a organização regional que o respalda, o Foro de São Paulo, e isso me permitiu conhecer a verdadeira face das diversas correntes socialistas, inclusive essa que se tem denominado como “moderna e democrática”. Posso assegurar que todas elas conduzem, embora por caminhos diferentes, ao mesmo destino: o subdesenvolvimento e o enfrentamento entre irmãos. O primeiro objetivo deste ensaio é descrever o projeto da esquerda na Ibero-América, para assim advertir aos povos e às instituições do continente sobre o perigo que correm ao lhe abrir a porta. O segundo, é apresentar uma alternativa de desenvolvimento continental que acabe de uma vez por todas com o flagelo da pobreza. A proposta está baseada em uma interessante investigação que venho realizando sobre a maneira como os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão alcançaram sua industrialização. E o terceiro objetivo é expor o que considero uma distorção da identidade ibero-americana, e também uma proposta para corrigi-la, tudo o que contribuiria para um emocionante renascimento moral e cultural. Embora pareça ambicioso, o resumo do que foi dito constitui um projeto para tornar realidade o epíteto que João Paulo II repetiu tantas vezes ao se referir à Ibero-América: o Continente da Esperança! |
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Uma demão de verde: os laços entre grupos ambientais, governos e grandes negócios. Elaine Dewar. Rio de Janeiro, Capax Dei, 2007, 528 p., R$ 70,00. Envio pelo correio: acrescentar R$ 7,40
Pedidos: editor@alerta.inf.br |
Em Com um texto que se lê como uma novela de mistério, Uma demão de verde segue os passos da autora desde uma arrecadação de fundos para os caiapós, em Toronto, até a Floresta Amazônica e a gabinetes refrigerados em Ottawa, Washington, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Genebra. No caminho, ela conhece alguns dos impressionantes personagens que atuam nos bastidores do ambientalismo internacional – o empresário-político Maurice Strong, Anita Roddick, da cadeia britânica Body Shop, e ativistas que dirigem importantes ONGs do Canadá e dos EUA. Ela também examina alguns perturbadores aspectos dos relacionamentos entre ONGs, corporações “verdes” e governos: * Por que algumas ONGs desorientam o público com informações incorretas, para arrecadar fundos? * Por que certas ONGs do Canadá e dos EUA têm em suas diretorias representantes de grandes empresas e de seus governos? * Por que esses governos financiam ONGs estrangeiras com atuação política em seus países? Para o Brasil, que ocupa um lugar central na trama, as respostas a essas e outras perguntas são fundamentais. |
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Ten Cel Licio Maciel Esse livro diz respeito, principalmente, ao que o autor vivenciou no comando de um pequeno grupo de operações de informações e combate na luta no Araguaia, deixando um legado incontestável de combates leais e decisivos. O livro está disponível pra venda no site da Editora Corifeu, no link abaixo: |
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FRAUDES e DEFESAS no Voto Eletrônico Autores: Amilcar Brunazo Filho e Maria Aparecida Cortiz Prefácios de Paulo Henrique Amorim e Sérgio Sérvulo da Cunha O livro "FRAUDES e DEFESAS no voto eletrônico" é para eleitor que queria compreender melhor as garantias do sistema eleitoral no qual é obrigado a declarar (digitar) o seu voto, e também é indispensável aos Partidos Políticos que queiram desenvolver esquemas de proteção contra fraudes eleitorais. |
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São Paulo - 2006 ISBN 85 - 7718 - 030 - 1 |
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2ª ed., corrigida, São Paulo, É Realizações, 2000.
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O Jardim das Aflições: De Epicuro à Ressurreição de César Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil Este é, até o momento, o livro mais importante de Olavo de Carvalho. Publicado em 1995 numa edição modesta, e casualmente obscurecido pelo sucesso retumbarte de O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras (Rio, Faculdade da Cidade Editora, 1997), foi lido até agora somente por um público seleto, do qual obteve respostas do seguinte teor:
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Para Aniquilar as Forças Armadas e as Nações da Ibero-América
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| Executive Intelligence Review |
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Gen Agnaldo Del Nero Augusto
Livraria Cultura – preço R$ 47,00 site www.livrariacultura.com.br BIBLIEX – preço R$ 42,50 (Desconto para militares) site www.bibliex.com.br Online: www.bibliex.com.br/principal/livraria_online/index.html Email: vendas.bibliex@dep.ensino.eb.br Telefone: |
Soljenitsin, prisioneiro por 38 anos dos campos de trabalho soviéticos |
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Gen Sérgio Augusto de Avellar Coutinho
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Você acha que o Comunismo acabou?
Não, claro que não! Ele está mais vivo do que nunca! Aprecie este livro, que descreve em detalhes, a mais nova estratégia daquela ideologia, utilizada pelo Foro de São Paulo, organização supranacional criminosa, integrada por Lula e, entre outros, pelas FARC - o grupo dos traficantes de narcóticos da Colômbia- que quer comunizar a América Latina.
Para adquirir esse livro ao preço de R$28,50 (vinte e oito reais e cinqüenta centavos). |
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De Carlos Alberto brilhante Ustra
Para maiores informações, visite o site do livro. COMPRANDO ONLINE: http://www.livrariabrasil.net/product_info.php?products_id=28 Peça pelo e-mail: averdadesufocada@terra.com.br This e-mail address is being protected from spam bots, you need JavaScript enabled to view it
Peça pelo telefone
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“Comandei o DOI/CODI/II Exército de 29/09/1970 a 23/01/1974, período em que as organizações terroristas atuaram com maior intensidade. Neste livro conto como os Órgãos de Segurança as derrotaram. Na luta armada, lamentavelmente, tivemos cerca de 500 vítimas, de ambos os lados, um número bastante reduzido se o compararmos os demais países da América Latina que também enfrentaram o terrorismo. Além dos relatos, procuro desfazer mitos, farsas e mentiras divulgadas para manipular a opinião pública e para desacreditar e desmoralizar aqueles que as venceram”.
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